Termina o ano e outro ano já a começar, e como sempre as tradicionais mensagens para o país.
Entre linhas ficamos a entender ou isso parece que existe uma certa frição emtre a presidência e o governo, coisa que do meu ponto de vista até pode ser salutar pontos de vista diferentes tanto ao nível moral como de interpretação da própria constituição mas segunado a minha opinião isto é o de menos no teatro politico.
Durante o ano andou-se a debater que futuro para o país, e colocam as mãos na cabeça que a Quimonda que era a esperança já não esta cá, mas com tanta gente a trabalhar em semicondutores e condutores quando as nano tecnologias já estão a tomar conta dos mercados onde tudo se reduz se torna menos espaçoso, não entendo como desapareceu quando é ou era produtora de matéria base para a confecção de produtos.
Se os novos condutores de fibra revolucionaram o mundo as comunicações transformando o televisor numa central de recepção de vários produtos transformando-o eu consumidor onde o meu eu torna-se programador do meu canal onde tudo é colocado numa paleta opcional, dando-me a oportunidade de criar a minha grelha programativa de acordo com os meus gostos, com uma interacção informática onde a internet torna-se o centro de um mundo global. Tornando a aldeia mais próxima e mais despovoada enclausurando o homem num mundo virtual que o liga a tudo na virtualidade.
Mas foram levantadas inúmeras questões digamos antes problemas base que sempre foram o problema do português ao longo da sua história.
Debateu-se o aeroporto, um novo tipo de caminhos-de-ferro, os portos portugueses como entrada de matéria-prima para a Europa tornando Portugal como um ponto por excelência de entrada para a Europa. A criação de um novo sistema viário etc, etc, mas a minha pergunta vai mais alem mas o que vamos por a circular nas vias, e obtenho a resposta de bens produtos e pessoas, mas assim iremos ser um mero posto de passagem de produtos onde os outros países servirão de base para a sua transformação. Tentar criar a implantação de toda uma industria transformadora garantindo a possibilidade de trabalhar a mais pessoas, ai os produtos para venta já passariam pr uma transformação feita no pais, garantindo assim um papel ao pais a nível industrial. Isto de criar vias de comunicação ira por em causa o que vamos por a movimentar, e tentar criar todo um sistema de industrial que ponha os nossos produtos a circular.
Outro ponto que é o estandarte actual, que parece que foi levantado só agora apesar de grupos já reivindicarem um revolução verde há muito tempo, parece que só agora é que se começaram a despertar consciências, claro que a industria ligada ao meio ambiente é uma boa aposta, mas com tanto engenheiro e tanto saber adequirido porque não aplicar esse saber e pólo em prática, hoje o saber é de tal forma vasto que só falta aplicar, porque não se repensa e adecua novas formas de produção de energia, se vamos ser os prtos de entrada e o mar a autoestrada por exelência onde os grandes porta contentores ou navios tanques iram ser os camiões do futuro porque não repensar todo um sistema de produção de energia que ajude a sustentar o próprio navio a nível energético, se repararmos para as dimensões dos convés, ou da árias que estamos a falar até é viável. Como tornar as superfícies flexíveis de captação de energia e que possam cobrir os contentores produzindo assim imergia, como transformar um simples telhado de cãs numa forma viável de autosustentação energética do habitat, onde se pode aliar o desenho com a tecnologia, a meu ver indo mais alem do que o mercado oferece, etc.
Reclassificar o pais a nível ambiental e patrimonial, nesse sentido iremos ver as autarquias a entrar numa actividade de potencialização em especial as do interior, associando-se a um sistema de turismo ambiental bem como rural. Mas não so isso, a criação de marcas que garantam a qualidade de produtos e seja essa marca a melhor publicidade de venda e exportação, repensar a agricultura, adequando o espaço ao sistema produtivo, claro que zonas de minifúndio terem de se adaptar a tipos de produção que tornem viável a agricultura desses espaços, isso que dizer produzir qualidade e não quantidade.
A mim admira-me que com tanto engenheiro agrónomo, como é que tiveram de vir para o Alentejo explorar o azeite. Ate parece que este pais não sabia produzir azeite, ou será que a politica é de terra queimada. Não tenho nada contra os espanhóis mas acho que estamos a perder com o desinvestimento no que é nosso.
Outro ponto é a exportação, podemos exportar saber, e fomentar a produção de saber em áreas em que possamos ajudar a desenvolver o outro, temos relações privilegiadas com os palopes, e potencializar o seu desenvolvimento é também potencializar o nosso.
Depois de tanta estrada construída, de certeza que podemos exportar saber nessa área, de tanto estádio construído de certeza que esse saber pode ser exportado para a construção e desenvolvimento dessas áreas.
Mas depois falamos dos homossexuais para desviar parecendo que a constituição é so par uns e não para todos. Assunto que já deveria estar ultrapassado garantido a realização pessoal de todos os cidadãos com quem se queira. Parecendo que afinal o deus são os falsos moralistas e os não falsos, onde a politica do amai-vos uns aos outros implica uma serie de formalismos. Mas se o estado é laico e defende essa laicidade acho que neste assunto não garante nada, pois esta a descriminar formas de estar pensar e viver de cidadãos. Que levam ao longo da historia sempre com o mesmo tipo de preconceitos. Parecendo que isto é mais para uns que para o todo.
Se se garante o bem estar dos que passam mal, estamos a fomentar preguiçosos, etc, onde o meio termo parece não existir, e se o estado também é um estado social gostava de perguntar por casos práticos para os que mais precisão já que agora esta a ser posta em causa ate determinados rendimentos que sustentam famílias, mas isto deve ter associado uma politica de integração desses indivíduos para que não fiquem uma eternidade nessa situação criando sistemas viciosos.
E sabido que pessoas que problemas criação formas de hábitos e rotinas criando sistemas viciosos na forma de estar. As vezes os apoios deviam ir acompanhados por toda uma serie de medidas que tentem tornar essas pessoas no futuro independentes dos subsídios que recebem.
Outro ponto é como olhamos a doença, para alguns atem ajudar estas pessoas é mau. Pois por vezes essa ajuda passa pelo rendimento mínimo, e o problema é o haver rendimentos mínimos. Já não é garantir a sobrevivência das pessoas.
E disso ate sei do que falo, sou reformado por invalidez devido a uma doença que me atingiu quando começava a ser activo e a começar a trabalhar, sobrevivo com uma reforma de 230Euros, muitos amigos perguntavam mas não sais, so compras roupa nos saldos, comes uma vez e meia ao dia, mas não se davam conta que o mero facto de teres uma reforma por invalidez, es automaticamente posto de parte claro há os partaime mas nem ai, pois já não tens a cara do estudante de partaime.
E alem disso a reforma que tens não te permite exercer um trabalho remunerado superior a 100 ou 150 euros. E como tudo é dentro das precariedades mal por mal la se fica sem fazer nada pois vais ter de sobreviver com 230euros.
Mas assim vamos vivendo,
Neste país, e se um blogue é um espaço para expor ideias ai vai a ponta do icebergue.
Mas no fundo pessoas como eu parece que também não podem ter ideias.
E ca vamos vivendo na republica democrática manjerico há beira-mar plantado.

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