Dia da gastronomia portuguesa
Acabava-se de jantar e a tv companheira fiel do jantar
anunciava o dia da culinária portuguesa. Achei curioso, pois actualmente decidi
fazer umas compilações de receitas, e navegando pela internet, surpresa das surpresas
no dia anterior explorava o tema pão e analisava os vários tipos de pão, que
existem e a cultura que está por trás dessas elaborações e a este respeito
aparecem sítios na internet deveras curiosos e existe uma quantidade gigantesca
de pessoas que compartem este tema comum entre muitos outros temas
gastronómicos mas o pão na internet tem massa e fermento.
Achara curioso o concurso the-bba-challenge (http://pinchmysalt.com/the-bba-challenge/)
sem nenhum representante Luso nem Ibérico como se pode ver pelo mapa do
desafio, em que pela extensão de aderentes e blogueiros associados a comunidade
é vasta criando satélites bem desenvolvidos há volta deste, e depois de analisar
os desafios deparo-me com uma surpresa, da lista de desafios não existia nenhum
pão português, nesse momento quase estive para rezar um ave Maria de Lurdes Modesto,
mas como ando pouco de ladainhas decidi investigar pela net o tema em português.
Que para surpresa saiu paupérrimo em resultados, mas com excepções Tais como
Arte culinária e pastelaria (http://arteculturaepastelaria.blogs.sapo.pt/)
e um local que visito regularmente Flagrante delicia (http://www.flagrantedelicia.com/)
mas um sitio onde se de a mostrar o pão português e as suas regiões
esse bem não existia, quase estive ontem para por as mãos na massa e criar esse
sitio claro que teria quase de montar uma pastelaria ou uma padaria para dar saída
ao trabalho da cozinha para mostrar esses sabores e essas cores e
experimentarem pelo mundo o sabor e explicar que existem segredos por trás de
determinados pães (agua, modo de trabalho, forno, lenha, etc, mas para os
curiosos que gostam de experimentar e possam estar nas antípodas terem esse
prazer de degustação embora por vezes afastados do gosto e sabor do pão tradicional.
Mas pelo menos la esta como a dizes esta formula é portuguesa, como os pasteis
de Belém receitas há muitas mas pasteis de Belém só mesmo na pastelaria em Lisboa
de Belém.
Mas o curioso, é que andava eu há volta dos pães doces onde Itália,
França, Inglaterra, Alemanha e muitos países de leste tem destaques em blogues
de gastronomia, e para espanto meu ,as bolas doces e os pães doces nem velos, a
bola doce trasmontana cheia de açúcar por cima e tão catita de aparência nem
mostra nada ou tem medo de se dar a comer. E por ai fora vemos o marasmo do
mostrar do publicitar e do dar a conhecer.
Mas o curioso é que Portugal a nível de gastronomia regional
não tem nada como nos outros países onde existe a apresentação das regiões e a
sua gastronomia.
Acho que exagero destaca-se um sitio que a meu ver ate já esteve
melhor que da a dar a conhecer os vinhos as regiões e a gastronomia Clube de
vinhos portugueses (http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/)
mas podia estar melhor mas parece paupérrimo e pare se conseguir alguma coisa
na busca tem de se perder muito tempo e as vezes sem se atingir um local satisfatório.
Com os vinhos é mais fácil. Mas com a gastronomia é completamente diferente. Bem
como a critica gastronómica de restaurantes.
Vou dar um exemplo, as Glórias ou Pasteis Glória mas na internet
apenas aparecem referenciadas há pastelaria do bulhão com duas imagens e depois
um marasmo de glórias sem serem as glórias pretendidas e muita gloria
abrasileirada dizendo eu, eu sem o ser. Quase me fez lembrar uma musica da Cármen
Miranda que deveria ser cantada ao invés, disseram que eu queria ser abrasileirada,
mas eu gosto duma boa feijoada, tripas há moda do porto, ……. Para fugir da
letra original que não se enquadrava ao pretendido.
Espero pela tv e sobre o que se vai dizer sobre gastronomia
portuguesa e um senhor que desapareceu recentemente que tanto pugnou por ela
bem como a senhora dona Maria de Lurdes a LuLu (como é conhecida entre alguns
curiosos por gastronomia pois parece intima como referencia bibliográfica) das
edições verbo da cozinha tradicional.
Bem já agora muito apetite nesta Lusitânia manjerico a mar
plantado que nunca soube fazer um pêsto de manjerico com pinhões em festas de santo
António, esperando o brasílico.
Para dizer a verdade os manjericos cá em casa acabavam
sempre na massa em múltiplas utilizações ou na sopa aromatizada.
