Ideias, arte, fotografia, diário, história da arte, textos dispersos, pintura, escultura, teatro, cinema, musica, DE Paulo Santos
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Tetro
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Afinal ha uns e outros
domingo, 27 de dezembro de 2009
Carta de boas festas a....
Ja distante vai o tempo que sentir a tua presença na tactilidade era a prenda dos natais, do não gostar das festividades que repetidamente tambem dizia que não gostava.
Ate a metafora de fatima esta mais quue batida
nesta santa terra onde temos que desconfiar
dos que com palmadinhas
das pseudo amisades
aproveitam-se da inocencias
deichando o marques de sade num espantalho ridiculo que nem os pardais
asusta
ofrendas de rinoceronttes ou de elefantes
segredos de arcadas de concilius de fachada elegante
sábado, 26 de dezembro de 2009
CONTO DE NATAL
Introdução
As meias do pai natal
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Game De Gerard Butler
Quando vi este filme pela primeira vez sem saber bem ao que ia fez com que o voltasse a ver para o analisar com outros olhos. E desta já o assisti com o maior dos interesses a este filme, que levanta varias questões, já questionadas pela escola canadiana, tendo Maclluen e a noção de aldeia global como base. Mas quanto a mim a ideia de jogo é bem mais começa pois é esta arte do jogo que reside todo o acto civilizacional.
A própria vida como jogo, mas neste caso devemos questionar se ao jogar-mos esse jogo estamos a joga-lo de forma justa ou ao começar a jogar já temos as cartas marcadas.
Esta é outra questão, que se analisarmos Platão ou Aristóteles olhando para estes como bases de uma cultura filosófica ocidental tendo o dialogo e a comunicação como forma de desenvolver conceitos e ideias, já se questionam sobre o direito há justiça. E assim chegamos há ideia do jogo justo.
Mas estes filmes alem de questionarmos isto levanta a questão do direito de continuar a jogar.
Eu nas épocas festivas àquelas que o calendário marca como marcos de reuniões familiares, dias antes tento adquirir um jogo para o PC, tenho os meus gostos de preferência estratégia.
Mas todos eles implicam que ajam conquistas invasões .
E assim tenho um pretexto para me distanciar das incomunicabilidades que se tentam disfarçar nas tentativas comunicacionais dos actos festivos como diz o povo conversa que nem interessa ao menino Jesus.
E como dessas conversas já têm experiencias que cheguem pois acabam sempre no lavar de roupa e quando se insiste sempre na mesma nódoa mais vale ir jogar um joguinho que provoca menos efeitos colaterais.
O filme em questão aborda o tema das realidades virtuais, e ate entende perfeitamente quem viva num mundo onde controla a realidade que participa que é a do jogo.
Agora podia dissertar sobre a alegoria da caverna e sobre realidades. Todo o sistema cultural, educacional, tecnológico anda há volta desta problemática, é o questionar a realidade que faz com que se evolua.
Mas aqui o jogador volta a entrar na caverna.
O jogador preso num espaço que só conhece a realidade que é oferecida no jogo.
O filme em questão apoia-se em dois jogos num famoso jogo de guerra que levou com que muitos cafés desistissem das caixas de jogos e instalassem sistemas informáticos para os jogadores jogarem on laine. E o famoso Sim, ou jogo de caris social onde os participantes criam avatares ou personalidades e características físicas que permitam dentro do jogo realizar alguma das suas fantasias senão todas.
E na mistura destes dois jogos constrói-se um guião onde a realidade virtual é colocada em causa, um futuro que se antevê próximo que levará o ser humano a clausura e há criação de ritemos onde programas informáticos ditarão as novas liturgias das horas.
Do meu ponto de vista torna-se um pouco tenebroso, pois a falta de contacto físico entre os seres, desenvolvem embrutecimentos de abordagem.
Isso torna-se visível no filme, o personagem que joga os SIM que representa ele próprio um protótipo de pessoa que gosta daquela classe de jogos que tem problemas de obesidade, sociabilização bem como sexuais assume um avatar oposto a sim tornando-se naquele mundo o rei da cocada ou melhor a rainha. Tudo isto dentro de esquemas padrões de comportamento.
Do meu ponto de vista so ira ajudar a desenvolver ainda mais obesos.
Mas o protótipo do personagem protótipo (gordo, sedentário, baboso, etc) não coincide também ele com a realidade dos utilizadores destas salas, pois conhecia varias pessoas adeptas ao jogo que ate eram bem dentro dos sistemas padronizados de beleza que actualmente todo um sistema tenta induzir criando assim ele próprio um sistema comercial.
Mas o filme levanta outras questões ate que ponto as tecnologias iram alterar o nosso modos vivendi, neste sentido acho que é a melhor arma para desenvolver-se a teoria da câmara clara, pessoas que fechadas reflectem para o exterior o interior neste caso interior esse tecnológico que cria formas de estar e de vivenciar.
Mas o filme aborda o tema da realidade que o jogo recria alterando a realidade e a realidade passa a andar há volta do jogo e o jogo é a realidade. Acho essa visão tenebrosa, já que a noção de realidade vai-se esbatendo, e os sujeitos deixam de ter noção da realidade, acho que iremos ter novos distúrbios mentais associados com a percepção.
Acho que preciso de ver melhor este filme pois acho que existem mais elementos para analisar o próprio conceito de globalização é colocado em causa pois o ser multimédia global é um sujeito enclausurado no meio que lhe permite ter acesso há globalização. O mundo passa a estar ao alcance de um clique que o enclausura no sistema multimédia.
Outro factor interessante é analisar o tipo de violência dos jogos, onde quase todos de caris militar, ou de intervenções bélicas em zonas problemáticas, introduzindo assim os jogadores em cenários de guerra armados até aos dentes. Mas o que me faz questionar é a necessidade de jogos de cenários violentos, talvez seja a adrenalina mas ate esta noção de adrenalina pode ser posta em causa pois os jogadores estão sedentários. Ou será que o próprio jogo cria sistemas de viciação mental que levam os sujeitos a escolher este tipo de jogos, talvez seja um bom tema de estudo para a psicologia, bem como para a antropologia pois o jogo é um dos alicerces dos sistemas antropológicos do ser humano.
Se o Matrix e o Existez tentam abordar estas questões, podemos considerar este filme no mesmo patamar, o questionar os jogos e a realidade.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Problemas fotograficos
Fios da mémoria
"O gato dormido não esta
Olha em silencioso
Do seu jeito estranho
De te comer
Também ele perplexo
Nos plexos
dos seus sentimentos confusos
Naquela manha
De acordares confusos
Dois seres presos em si
Confusos
Ou vitimas de jogos
De deuses
Desespero das manhas do acordar
Sem beijos
Apenas silêncios colecionar,
Dos dias passageiros
Da existência cada um edificar
É outro dia
Passo rápido
Assim se descobre a alegria
Esquecendo
As confeições
Das desilusões ilusas
Do amor
Que gritando
No interior
Te flagela
Lamina de diamante
Que corta tudo
Mas no amanhecer mudo
Passo rápido
Há que continuar
Será sempre o verbo amar
Por aquele espaço
Que em ti semente foi plantada
Rosal a germinar
Cheio de rosas
E já tão cedo os espinhos te marcam
Na descoberta do amor
Ainda por beijar
Verdades quem as tem
Nos jogos dos sentimentos
Hoje acordas no lamento
E no teu intimo cantas um blues
Do sentimento
Desse amor que amanheceu no lamento
Das glorias perdidas
Sem actos e mesmo assim as batalhas
Neste jogo para ti foram sempre perdidas
Com sabor de troféu
Sentimentos de perda
Troféu
Pois nesta manha descobres
Significado do amor
Que em ti habita
Por um abstracto deus
Das mil caras nos jogos de contigo brincar
Mas sabendo
Que em cada suspiro teu
Esse é o teu supremo
Do verbo Amar"
Nos presentes tão dificeis deste verbo pronunciar
carta a um amigo
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Filme, O Profeta - Un Profhete
Ja não via um filme há muito tempo desses que acabam de sair nas salas do cinema, e ultimamente tenho tido essa oportunidade. Para dizer a verdade ultimamente das coisas que me da mais prazer é ver um filme, alem de outras coisas.
Mas este filme em questão veio mesmo a calhar, pois analisa problemáticas de mundos em mundos, com o que escrevo não quero questionar o sistema prisional, a mera ideia de pensar num sujeito impedido de exercer o seu direito há liberdade bem como ha participação social assusta-me um pouco. Mas aceito opções de sujeitos que optem por uma vida de clausura.
o interessante é em primeiro ligar a forma como nos é apresentada a vida num sistema prisional francês, onde coabitam diferentes culturas, raças, religiões e opções sexuais. Desde já felicito o realizador Jcques Audiard bem como os autores do guião o próprio realizador e Tomas Biargan, não vou entrar em preciosismos para falar da banda sonora que não é esse o meu objectivo.
O interessante é como os autores desta obra conseguem por em filme um conceito que na contemporaneidade esta a ser marcante que é o conceito de "câmara clara" a vidas dos prisioneiros no sistema prisional e as suas historias e modos de estar apoiados no fio condutor desempenhado magnificamente por Tahar Rahim, recluso num espaço fechado que serve de narrador, dando-nos a conhecer a vida no interior intra muros e a vida que existe dentro deles, dando-nos assim na primeira pessoa toda uma serie de problemas e experiencias que implica a vida numa prisão através dos seus olhos a “câmara clara” transmite para o exterior toda uma forma de vida eu a nossa vida em sociedade se esquece muitas vezes da sua existência, um mundo fechado que reflecte numa outra escala o mundo e os seus problemas as suas disparidade, o exterior reflecte-se no interior numa escala diferente, ai esse reflexo podemos chamar-lhe de “câmara escura” (expressão derivada da fotografia), mas nesse interior existem historias na primeira pessoa ou na segunda ou terceira pessoa que implica a existência do verbo ser neste caso já “câmara clara”.
Com isto não quero analisar como as artes podem tirar partido destes d discussão esta que não se afastaria muito do filme em questão.
O interessante é como nos é apresentada esta história, forte pungente, agressiva, pois na cena das lâminas de barbear acho que poucas pessoas ficaram de olhos abertos sem tremer ou ter um calafrio. Onde o realismo e a escola realista do cinema francês é nítida na forma de construir esta narrativa.
Um deama a corres onde o preto e branco são os elementos mais exprecivos da cor da narativa, a cor quase ausente ou desbotada, reforçando assim a própria narativa
Já agora o meu bem-haja a toda a equipa que trouxe há luz este drama que foi um prazer ver.
A própria questão do prazer, no sistema prisional é interessantíssimo, o prazer desenvolvido intra muros, na câmara clara da existência que conta a narrativa, e o prazer que chega de fora pelas historias e pela televisão escurecendo a alma que na câmara escura assiste a claridade que chega do exterior, interior de espaço físico bem como interior na forma de sentir e de se ver, ao acistir e ver o que do exterior chega e nos faz vibrar. Tornando a vida mais leve na condena da existência no martírio de ver e não se alcançar, tornando as vezes a leveza no peso da tortura no interior da prisão.
Eu vibrei ao assistir no escurinho a meia-luz da projecção.
Não vou contar o filme acho melhor ir assistir.
Mas achei por bem deixar aqui o meu comentário.
domingo, 20 de dezembro de 2009
“A um deus desconhecido” S. Paulo, actos dos Apóstolos
A primeira vê que tomei conhecimento desta expressão foi ao ler o acto dos apóstolos, S. Paulo ao chegar a uma cidade dá com esta expressão inscrita numa pedre junto a um pedestal sem nada em cima dele.
Se por um lado este inscrição revela o inicio dos segredos da civilização, faz apologia a um deus que não se fala dele mas é central para o culto das divindades tanto gregas, como da religião cristã.
Mas afinal quem é este deus?
Por ser a chave da existência é mantido mos segredos dos deuses, e apelidado por deus menor, seguindo as mais antigas tradições, já na bíblia há várias referências a este deus ou antes toda ela fala deste deus. Mas un dos pontos mais importantes é o treicho que aparece em Moisés, quando este fala nos deuses de pés de barro. Metáfora pois aborda a importância dos pés para a existência.
Tem que se destruir o deus de pés de barro, o deus desconhecido para se comer o mana.
Já o novo testamento todo ele é metafórico, a divisão do pão do deserto é o mesmo que o maná no deserto, vemos assim a apropriação e adaptação.
Todos estes escritos bíblicos podemos inscreve-los num sistema educativo que através dele ajudara os participantes a adoptarem uma postura perante uma iniciação que podemos ver já nessa caverna a sua origem.
Se repararmos bem todas as mitologias andam há volta deste deus desconhecido, todos as histórias do graal andam há volta deste mistério.
Ao próprio mito divide-se em duas partes a primeira a educativa ou melhor dizendo a deseducação, os guardadores do deus desconhecido tentam desde a sua nascença corrompe-lo, e todo o mistério reside nesta faz, ao corromper-se o escolhido ou antes aquele a quem por direito, possui o espírito desde a nascença. Para haver um motivo para o poder liquidar e abusar, não se pode esquecer que durante a sua deseducação este ser irá sempre ser abusado na sua ignorância, é este o motivo da expressão “filhos de um deus menor” pois este ser diferente aos outros e que porta dentro dele o sentido da vida e de fazer com que haja vida e continuidade.
Todos os escritos religiosos falam disto
Por exemplo Abraão ao visitar Melkisedeke resolve o problema da sua infertilidade trazendo com ele duas sementes, são essas duas sementes da mesma cepa que vão dar origem a dois segmentos religiosos. E as suas derivações. Quem é o guardador, ou funda uma religião há volta do deus desconhecido que guarda e corrompe.
O cristianismo mais não é do que uma passagem de mãos do herdeiro da semente, sacrificou-se o Cristo, deu-se lhe duas educações a do cão e a do burro. Ambas elas silogísticas pois o fim é sempre o mesmo, o Cristo não tem nunca poder de decisão, a partir de certo momento tudo é indutivo, antes de haver o conceito e a expressão cão de Pavlov esta já era posta em pratica no sistema educativo desse deus menos.
E por este motivo que o Cristo chegado o momento não consegue ter relações sexuais, pois se as tiver estraga todas as jogadas, e os detentores do segredo perdem o direito de o guardar e corromper.
Se repararmos todos os mistérios há volta de Lurdes, Fátima, Meca, etc. Andam todos eles há volta deste mistério os guardiões do deus que tem de ser corrompido, o deus que tem de ser desconhecido e ao mesmo tempo anda tudo há volta dele
Continua amanha ……
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A ninha mãe parece uma aranha
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Casanento Homossexual
Dialogos de Chat com colega da FBAUP
Filipa Cruz is online.
Paulo: oi ligada
na net
Sent at 11:12 PM on Sunday
Filipa: alo!
entao como e que vais?
Paulo: ola
estou a ver o avatar
e a falar contigo
Filipa: eu estou a falar contigo e a estudar estetica
platao
a questao da beleza
e agora tambem vou ver a modernidade
Paulo: eu analiso novas utupias
sabes quanto nais estudo estetica mais penso que anda sempre a volta do mesmo
Filipa: sinto exactamente o mesmo
Paulo: a diferença entre a tua guitarra e uma representação de bisaonte ou de um objecto de arte movel é a mesma
andamos sempre a arte no interior da gruta e a arte no exterior da gruta
entendes a metafora
a realidade como processo construtivo
dades é a teoria da camara clara e da camara escura
s camars clara projecta o interior
a camara escura capta o exterior
são dois conceitos diferentes de aprisionar
e toda a recriação de realidade que isso implica
pavelove ajuda
na indução dos processos indutivos
por defeito e por exesso
Filipa: e sobre isso que tens andado a reflectir?
Paulo: estou a escrever 3 textos o primeiro com o nome No purão que é a continuação da barca
o trabe que apresentei no ano pasado em arte contemporania
e estou a ilustrar
Filipa: a ilustrar?
Paulo: Titã uma estoria de ficção cientifica queonde analiso os dois conceitos de camara clara e escura numa sociedade no futuro
sim
a ilustrar a continuar a porimeira prancheta que fiz em tecnicas de impreção so queando nos recortes
o amor das tres maçãs
a problematização do mito de adão e eva no femenino e a problematização do etrno femenino
o sexo e a gruta primordial, onde se poem em cusa a frase deuses de pés de barro
ha e tenho o meu diario
mas a historia que mais me da prazer escrever e esbuçar é o a monstros debaixo da cama , historias infantis
e tenho a ariana , onde reflito sobre o labirinto e o mito do minotasuro
....
e tu platão como o vês
platão é muito engrasado é como s. paulo para os catolicos
um hino ao deus desconhecido
a cultura se analizares bem a unica coisa que fez foi refletir sempre sobe a realidade e a sua forma de visualizar como projecto como assimilo
na aula por ex. de histo5ia da escuktura estive para dizer ha profesora que o que ele estava a fazer era uzar as teorias de s., paulo e da camara clara e da camara escura.
o pedestal ao deus desconhecido
é por isso que a catedral de londres é a de s. paulo e na praça o pedestal sem estatua ou ao deus desconhecido e o que isso implica
a propria historia do cristo é uma historia iniciatica
toda a arte é iniciatica e o que nisso implica
nas diferenças dos sujeitos
recriar o sistema iniciatico ai é por em causa a arte e procurar paradicmas
é desmistificar paradigmas é por emn causa o real e as implicações
bem fiz pausa e ja te aboreci
Calling Filipa Cruz at 11:44 PM on Sunday
Call with Filipa Cruz not answered at 11:44 PM on Sunday
Filipa: de modo algum
so fui a casa de banho
lol
eu gosto de ver o que pensas
Paulo: e o que achas da estetica platonica
Filipa: e sempre enriquecedor conhecer o ponto de vista do outro
bem, eu costumo analisar platao segundo as minhas proprias convicções
a noção de que podemos sair da caverna e encontrar a luz atrai-me
Paulo: platão analisa o exterior ao sujeito que aspira ao mais alt
aristoteles é ao contrario
Filipa: sim, totalmene
Paulo: o eu e a aspiração
Filipa: para aristoteles tens que se comecar pela analise do material, do palpavel
Paulo: por exemplo podemos analisar o adestracionismo minimal como a analise da cor que refkleto sobre a aspiraçao e reflete esta e as pretenções aspirativas
e o que é mais palpavel a materia qual a primeira materia que analisas primeiro o meu eu exterior isto é o meu corpo a descoberta do corpo e do mundo
ao descobrir o mundo analiso a materia bruta e trasfurmada que refletem essa aspiração
assim podemos analisar a pintura da opaisaguem como sistema de plasmar o eu atraves da paisaguem
por ex a natoreza morta a materia que representa o sujeito
depois a coisa complica-se devido ha carga simbolica
no fundo artes semioticas de representação
entendes
Filipa: sim
sabes que falar contigo é um caso especial, porque acabo por reflectir sobre muita coisa
Paulo: se calhar estou a dizer as maiores barbaridades
Filipa: coisas que não havia equacionado
ou nao
o que interessa e a reflexao
nao propriamente os resultados
Paulo: o problema disto tudo é que tudo reflecte e fala do mesmo
Filipa: não se diz que o que é importante é o caminho e não o fim?
la está, é o caminho que interessa
que te faz pensar, chorar, sofrer
Paulo: tu analisas as incognitas atraves da arte lanças hipoteses
Filipa: mas que é sempre tido como um caminho
Paulo: fases produzes refletindo hipoteses hipoteticas do teu eu
quem inventou um computador teve o mesmo ponto de partida para quem inventou uma flauta ou um lapis alem de produzir algo tem o seu lado secreto
é a teoria da roca e do fuso
Filipa: o seu lado magico, tambem
Paulo: para a inovação
tudo tem o lado magico
ou achas que uma caixa de musica n reflecte sobre as mesmas teorias de camaras claras e escuras
por ex o que produz so influencia se o sujeito a quem se destina se ibentificar.
e depois ha outra cisa mas essa vais chegar la ou não
todo o meu trab é um processo de refleção
mas quando hapessoas mais sensiveis que tu questionas a forma de comoestas se posicionão
por ex
houve uma altura que tomava uns 30 comprimidos ou mais por dia uzar a representação de medicamentos para querer um determinado objectivo acho alem de preverso
malicioso mesquinho e baicho
ai utiliso o deseijo ao que o fes o mesmo ue deseija prendendo o produtor na produçÕ
produção e so se livra desta desfazendo tudo e não recriando pomtos de coneção
se voltar a cair no mesmo erro ele volta a cair nela
que te parece
isso de andarem a destruir-se uns aus outros e uma seca
é chato e baicho
alem de mesquinho
e questionavel
tudo mas tudo parte do mesmo ponto de partida
ha e que tal as belas artes
ainda continuam com a questão do ele é prigoso
dara descredibilizar o sujeito
Filipa: as belas artes continuam tal como as deixaste
Paulo: ha pessoas que precisão mesmo de muito espaço
cada vez piores
sabes achei muita diferença
do ano passado para este ano
Filipa: a serio?
a que nivel?
Paulo: fala-me das propostas
ainda estão na do varer
Filipa: na do que?
nao percebi a qual te referes
Paulo: varrer
lembraste da expisição que havia na cuzinha
e na sala de exposições
Filipa: sim
Paulo: os medias ecomo vassoura
os modos de produção como vasoura
as telhas do cavalo
lolol
Filipa: lol
ah, ok
ja percebi
Paulo: enfim
ou a vaca azul da exprecividade
lolo
vou ver o filme isto é no que da viver numa quinta
Filipa: lol
mas tb tem coisas boas
Paulo: amanha tenho os animais a rondar a casa
Filipa: nao precisas de te reger pelos desejos politicos e economicos
Paulo: tens tempo quando te deixam
Filipa: mas nao convives com a falsidade dos homens
Paulo: mas pensas
Filipa: com a hipocrisia
com a mentira
e tudo mais puro
Paulo: e fazes os esboços para depois escreveres
Filipa: sim
e como catarse
Paulo: e ando numa de xilogravura eletrica que fasso uma prancha para A2 por dia
Filipa: tens que saber aproveitar bem cada momento, ano e verdade?
Paulo: tenho uma historia sobre o cão do melhor
mas essa so falo dela quando tiver todas as pranchas efeitas o texto ja esta
mas a caneta
Filipa: ah, ok
entao vou esperar
depois vais ter de me mostrar tudo, ok?
estou a ficar curiosa
Paulo: ha te tenho uma historia do general chupa limões que e muito engrassada
Filipa: mas ainda e sigilo?
ou ja podes contar?
Paulo: que é passadanas cavalariças que temum limueiro num canto
e tenho esboço de uma reminiscencia de um conto que li sobre corvos
que estou a escrever ha minha maneira mas ja ultrapasei o que tinha na memoria da historia
onde falo do corvo como animal de saque
vou-me
boa noite
Filipa: ok
Paulo: e bom estudo
Filipa: boa noite
ate outra conversa
Paulo: bem se calhar so te perturbei os estudos
Filipa: de forma alguma
sae sempre bem uma conversa para descomprimir
e reflectir
Paulo: por exemplo
eu quando vi a tua guitara, onde reflete, picasso,
cubismo desconstrutivismo
podias problematizar tambem a corda como elemento
a corda como simbolo do destino
no labirinto que
é a propria guitarra
sempre podemos dar mais um onto do ponto anterior
quando se cai e se levanta quando olhamos para o ponto da queda damonos conta que estamos sempre um pouco ha frente
isto num plano sem inclinações
este é o tema que reflito actualmente
os planos no plano a luz como forma representativa planar
Filipa: mas tens escrito sobre isso?
Paulo: espero que n levasses a mal a minha opinião
tenho
sabes eu ja estava a preparar o projecto do ultimo ano
Filipa: a serio?
impressionante!!
Paulo: a luz como elemento representativo onde problematizava a cor, e claro sempre com multimedia de suporte
e o objectivo esse era atrair
a lus como elemento pictorico
onde o branco
a lampada e aluz branca condensa toda a cor
Filipa: sim
Paulo: uma coisa muito multimedia e cenica
qual a nova proposta de escultura
Filipa: mas ha kanto tempo e k pensas nisso?
Paulo: passei o verão nisto
ja qando andava nas caixas de medicamentos do ferro eu estava a desenvolver isto
bem lavava os contentores e comesei a analizar as sombras
refletidas depois comessei a idializar hipoteses
e ta nmontar a historia para construir o ladoo senico e picrorico
isto pode ser uzado de muitas formas em espassos fechados e abertos
dependendo do objectivo final
Filipa: sim
Paulo: onde a grande intervenção ni espaço é a luz
Filipa: e o engacado e que surgiu td um pouco do acaso
Paulo: sim mas a coisa ja tinha comessado muito antes
ha 2 anos numa ida a lisboa e na exposição de arte oriental na fundação oriente
pois estava male iluminada e as vezes dava com a cabeça nas vitrines
essa exposição influenciou-me muito
as vezes recorro ao que guardei dela na memoria e dos acidentes para criar algo
e depois havia muitas outras coisas
deu para analizar o conseito de afastamento e procimidade bem como de sombre
sabes mas este é o projecto final que ainda mal levantei o veu
Filipa: pois, ainda tem muito para ser explorado
Paulo: eu sou complicado e muio simbolico
estou a falar de folhas das muitas folhas da arvore do projecto
o elemento luz e trevas interessa-me muito
Filipa: e mt medievalesco
Paulo: bem uma mastaba analisa i mesmo conceito e estamos no egito
toda a arte reflete a luz e as trevas
todo o elemento luminico provoca sombre
olha o eclipse
Filipa: exacto
Paulo: olha o eu
olha
o proprio conceito de platão da gruta
dentro e fora a sombra projectada o exterior
Filipa: sim
Paulo: e no esterior os elementos que provocam sombre
e estetica medieval é uma adaptação de platão
o conceito de luz e trevas vem dai
Filipa: isso mesmo!
e isso k eu tb ja pensei
Paulo: actualmente falamos de camara clara e camara escura
dentro de caverna camara escura o esterior projecta o desenho para o interior onde se poem em causa a reaslidade e a sombra comomrepresentação
o esterior a camara clara
a coisa complicase para um terceiro conceito as camaras dentro de camaras
topo bonecas russas
onde camaras claras e escures de integram e se complementão
ai a coisa ficxa mais complicada
o proprio espaço é posto em causa. e surgue o e as dimenções espaciais os espaços dentro do espaço
tu ocupas um espaço
que sustenta varios espaços o corporio e o mental que pos sua ves se dividem mas este habita tambem em espaços
ha halgo de fisica
nisto
podia falar de vasos comunicantes
tambem mas isso iria dificultar tudo
ja podes ver por onde ando
e depois sempre com a priocupação que tenho que esplicar isto atraves de contos infantis
ou aceciveis
Filipa: de facto, da para ver
uma analise elucidativa
Paulo: mas esse é o projecto final
lembraste que eu andava a volta do banco
ainda tinha a instalação eletrica aquilo ia ter um ponto de luz e depois um jogo de sombras
mas ando ha volta disso so que em ves de marmore estou a uzar granito branco da região
ate tinha nome
ao artista que desenha nuvens
e refletia sobre o conceito muculmano dos pilares do universo
que é grego
teogonias
Filipa: sim, as teogonias
sei disso
Paulo: eu gosto muito de mitologias todas elas falam do mesmo independentemente dos credos ou dos não credos
tambem ando num conceito em que os deuses são os outros
tipo um jogo de deuses
isto partiu do valha-me deus e eu quando ouvia isto dizia deus , deus são os outros, deus são aqueles que me rodeiam e me julgam
é o por em causa a formulação de opiniões
a opinião como estruturacão do eu
onde o penso logo existo, e so existo quando penso e posto em causa. mas isso é para daqui a uns tempos ainda tenho muito que escrever com o que tenho
onde ponho em causa a propria arte eu atraves da arte reflito o pensamento eu penso produzo
eu penso e crio
mas ainda esta muito no esboço
e u falame afinal do queda propostasabes eu sobre isso não trnho acesso pelo cigarr
ainda bem que este avatar tem de ser visto pornepisodios
Filipa: ainda estas a ver isso?
Paulo: 11G de filme
fiz pausa
efeitos especiais
devia ser uma equipa
eu gosto de trabalho em equipa mas quando tudo é discutido
não andar a discutir o sexo dos anjos e no final tinha~se pensado fazer outra coisa
o mais interessante é nque ate a pridução de equpa pode ser uzada como elemento produtivo
o jogo da indição para a produção
tipo o filme dentro do filme
o filme que tem como ponto de partida fazer um filme que o fazer isto e o argumento do file
a historia na elaboração da historia
a intervenção no espaço como elemento escultorico do meu eu e da equipa que se questiona como elemento escultorico do proprio espaço
intervindoo no espaço com o pretexto de intervenção
o estar em campo ja é um elemento interventivo
entendes
Filipa: sim
Paulo: boa noite
ja te escrevi 6 pp a4
eu agora salvo tudo tudo é pretexto como texto
Filipa: tudo e reflexao
Paulo: isto ainda da um teatro tipo arte
lolo
Filipa: lol
onde os actores acabam por se ir definindo
Paulo: mais uns dialogos destes e ja esta dois colegas que falam
mais monologo qu dialogo
lolo
Filipa: kase como os dialogos de platao
Paulo: com a descrição de tudo o meu carto
a musica do filme que estou a assistir agora
e a tematica
e o que estou a pensar sobre ele nos apontamentos de papel e esta montado
lol
e a sombra da mãe na parede
no cilencio a atormentar
lolol
o filme depois da pausa e sobres um grupo de amigas que cantan num coro, muita muzica baroca e as suasbvidas influenciadas pela musica que cantam
bem não é bem assim
mas podia ser
eu assim o veijo ha alturas que parece mozarte e as bodas
outras
donizete
ou mesmo
straus
Filipa: "donizete"?
Paulo: ou la como se escreva
ja deste conta que dou erros
vou tentar instalar o processador de texto por voz
tipo dialogos com o comoutador so de imaginar fico entusiasmado
dialogos para o computador
lolol
agora um lid shubert
e ela foje de bicicleta no escuro da noite
do desamor
na foi atras dele
lolo
Filipa: :=
:)
estas inspirado, hoje
e bom ver-te assim
Paulo: " o acedio feroz da vida que me asfixia" é o que diz a muzica
Sent at 1:37 AM on Monday
Filipa: e inspiradora
Paulo: Fica bem boa noite fui
