domingo, 20 de dezembro de 2009

“A um deus desconhecido” S. Paulo, actos dos Apóstolos

A primeira vê que tomei conhecimento desta expressão foi ao ler o acto dos apóstolos, S. Paulo ao chegar a uma cidade dá com esta expressão inscrita numa pedre junto a um pedestal sem nada em cima dele.

Se por um lado este inscrição revela o inicio dos segredos da civilização, faz apologia a um deus que não se fala dele mas é central para o culto das divindades tanto gregas, como da religião cristã.

Mas afinal quem é este deus?

Por ser a chave da existência é mantido mos segredos dos deuses, e apelidado por deus menor, seguindo as mais antigas tradições, já na bíblia há várias referências a este deus ou antes toda ela fala deste deus. Mas un dos pontos mais importantes é o treicho que aparece em Moisés, quando este fala nos deuses de pés de barro. Metáfora pois aborda a importância dos pés para a existência.

Tem que se destruir o deus de pés de barro, o deus desconhecido para se comer o mana.

Já o novo testamento todo ele é metafórico, a divisão do pão do deserto é o mesmo que o maná no deserto, vemos assim a apropriação e adaptação.

Todos estes escritos bíblicos podemos inscreve-los num sistema educativo que através dele ajudara os participantes a adoptarem uma postura perante uma iniciação que podemos ver já nessa caverna a sua origem.

Se repararmos bem todas as mitologias andam há volta deste deus desconhecido, todos as histórias do graal andam há volta deste mistério.

Ao próprio mito divide-se em duas partes a primeira a educativa ou melhor dizendo a deseducação, os guardadores do deus desconhecido tentam desde a sua nascença corrompe-lo, e todo o mistério reside nesta faz, ao corromper-se o escolhido ou antes aquele a quem por direito, possui o espírito desde a nascença. Para haver um motivo para o poder liquidar e abusar, não se pode esquecer que durante a sua deseducação este ser irá sempre ser abusado na sua ignorância, é este o motivo da expressão “filhos de um deus menor” pois este ser diferente aos outros e que porta dentro dele o sentido da vida e de fazer com que haja vida e continuidade.

Todos os escritos religiosos falam disto

Por exemplo Abraão ao visitar Melkisedeke resolve o problema da sua infertilidade trazendo com ele duas sementes, são essas duas sementes da mesma cepa que vão dar origem a dois segmentos religiosos. E as suas derivações. Quem é o guardador, ou funda uma religião há volta do deus desconhecido que guarda e corrompe.

O cristianismo mais não é do que uma passagem de mãos do herdeiro da semente, sacrificou-se o Cristo, deu-se lhe duas educações a do cão e a do burro. Ambas elas silogísticas pois o fim é sempre o mesmo, o Cristo não tem nunca poder de decisão, a partir de certo momento tudo é indutivo, antes de haver o conceito e a expressão cão de Pavlov esta já era posta em pratica no sistema educativo desse deus menos.

E por este motivo que o Cristo chegado o momento não consegue ter relações sexuais, pois se as tiver estraga todas as jogadas, e os detentores do segredo perdem o direito de o guardar e corromper.

Se repararmos todos os mistérios há volta de Lurdes, Fátima, Meca, etc. Andam todos eles há volta deste mistério os guardiões do deus que tem de ser corrompido, o deus que tem de ser desconhecido e ao mesmo tempo anda tudo há volta dele

Continua amanha ……

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