como vais?
Sabes não me lembro ter colocado passagens em relação a ti, mas essas agora neste presente cinza que meu coração quer ver colorido, falo de tanta coisa, agora ando a escrever sobre cinema, um pouco temerária, mas escrevo, ando a ver coisas muito boas, outras nem me dou au trabalho de escrever, sabes vi "tetro", ouve momentos que pensava no Almodovar, e noutras situações parece que pelos meus olhos pasou a historia do sinema em especial o italiano, e a musica, a pontilhar os dramas todos eles familiares.
São filmes assim que nos faz pensar "nesses momentos inevitaveis que o poeta deve pensar".
Ainda acordo a pensar que existem touros azuis na primavera do mar.
Sabes sinto a tua falta de dj. das sonoridades desse mundo esférico, bola de jogo no jogo das horas da vida,"no sueltes la soga que ata tu alma", sabes este foi o ultimo grafite que fizeram pestanejar os meus olhos.
gostava de me sentir com forças para pegar numa mochila como fizera tantas vezes e circular neste carrossel do baidalo, da puta vida.
tens que me contar o que andas a ouvir e os titulos do cinema espanhol que gostes haver se continuo actualizado.
sabes ando com tanta coisa entre mãos, ando a fazer xilogravura. pois aqui onde estou so tenho madeira e inprimo com as mãos pois não tenho prensa.
esboço coisas, e esbuçar tem muito que se lhe diga a emoção do primeiro traço que corta o espaço e marca a flha ou o ecrâ do computador.
ando a escrever como ja destes conta.
o blogue é o menos interresante, ando consentrado em varias coisas e como são tantas entre a disperção a progreção faz-se lentamente, mas do que mais gosto e recriar nas criacões em que foi construido a tua cultura.
Cultura com sabor a fel, a amargura prometendo o doce e dando-te o sal, mas como tudo existem sempre dois lados no bem e no mal.
não te maço mais.
deste que entre as maçaduras do passado, arqueologia da existência da construção da existência, ainda a olhar para as tuas marcas focalizadas como marcas ainda palpitantes.
salu

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