Ja distante vai o tempo que sentir a tua presença na tactilidade era a prenda dos natais, do não gostar das festividades que repetidamente tambem dizia que não gostava.
mas esses momentos passaram para as arcas da menóre que se arumam nestas festas por não se gostar das festas, e recordar os momentos anti festa,
de um cistema educativo, onde a preverção de um acto camuflado compenas, para não incomudar a realidade por vezes dificil de se aceitar.
longue e tão perto nos dias presentes sempre incertos onde memória e um serto desconforto faz questionar nas diferentes memorias que cada um tem pois prespetivar é ver atraves da realidade existencial de cada sujeito no pluralismo a que fomos votados.
longue vai o tempo onede aquela criança gostava mais de fazer o presepio que abrir prendas nas parcas prendas dos natais, pois ser criança é ser a prenda da familia, alegria e luz da ceia de natal, regozijos da familia alegrias dos pais.
prendas
adejetivações das coisas por adjectvar.
perante isto como recriar todos os elementos como criar contos goticos da gotica viada da existencia contemplando as hooras do dia , penas dos disabores alegrias das memórias, dos tempos em que recordar era viver, e não suspirar.
lonje vai, ainda perto na visibilidade do horizonte, pronuncia das belezas paixões dos por do sol nas festas solares da lua sempre presente
longue
por vezes tão cheia essa araca das emoções
arca onde nas recordações ainda fas acreditar naquel soriso passado que ainda te conforta ao lado no vazio que te deixou
fujindo de ladeinhas
e olhando para o teu trabalho sempre te vi mais matérica, essa materia plasmada nas formas, apropriações de materia para as rematerizar em novos contextos e conosco falar.
agora mais plava sem volumetria
tornaste igual
as planas ilustraçoes do plasmar
na ilustração
o conto que gostavas de ilustrar.
que te dizer
ate sobre as curtas sobre o eterno assunto representado
e esquecer que mais interessante as vezes é olhar para o lado e sentires que
em vez de um buda apropriado
tens mais sercanao na cultura onde melhor te banhas, imaguens
para refazer metaforas de cavalos
perdidos.
se olharmos a riqueza dos santos foram a seu dia o deus desconhecido
dando origuem ao remitificar do eterno mito
se tivesses que criar a mesma curta
num contexto portugues
o buda desaparecia
e que imagem no seu logra la colocarias.
Ate a metafora de fatima esta mais quue batida
nesta santa terra onde temos que desconfiar
dos que com palmadinhas
das pseudo amisades
aproveitam-se da inocencias
deichando o marques de sade num espantalho ridiculo que nem os pardais
asusta
Ate a metafora de fatima esta mais quue batida
nesta santa terra onde temos que desconfiar
dos que com palmadinhas
das pseudo amisades
aproveitam-se da inocencias
deichando o marques de sade num espantalho ridiculo que nem os pardais
asusta
do mito do portugues
do erante
ou do sedentário
ofrendas de rinoceronttes ou de elefantes
segredos de arcadas de concilius de fachada elegante
ofrendas de rinoceronttes ou de elefantes
segredos de arcadas de concilius de fachada elegante
tanta materia
para se refazer
na sempre eterna e cansada historia das realidades a descobrir.
era para falar do guião que ando a escrever Titâ,, da peça de teatro, Abraão Abraão, do drama Teias das mães aranha, e os diálogos com o penis ( inspirado nos tezões matinais desconforto do acordar) e critica ao ciber sexo, que ando a analizas o problema é que acho akilo estranho pouco exitavel. bem isso depedne um pouco de quem do outro lado esta; mas a maioria das vezes pouco exitaveis) onde me questiono as virtualidades e as desvirtualidades do sistema criado neste sentido, os avatares mascaras de personalidades no pluralismo do sujeito, novas formas de ser, que nos tentas ser, criando pluralidades mascaras avatares.
inte
nos ate
ja
ou distantes mas sempre
assim
na estarnha forma de
da existencia do verbo ser em mim
Paulo Santos

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