Filipa Cruz is online.
Paulo: oi ligada
na net
Sent at 11:12 PM on Sunday
Filipa: alo!
entao como e que vais?
Paulo: ola
estou a ver o avatar
e a falar contigo
Filipa: eu estou a falar contigo e a estudar estetica
platao
a questao da beleza
e agora tambem vou ver a modernidade
Paulo: eu analiso novas utupias
sabes quanto nais estudo estetica mais penso que anda sempre a volta do mesmo
Filipa: sinto exactamente o mesmo
Paulo: a diferença entre a tua guitarra e uma representação de bisaonte ou de um objecto de arte movel é a mesma
andamos sempre a arte no interior da gruta e a arte no exterior da gruta
entendes a metafora
a realidade como processo construtivo
dades é a teoria da camara clara e da camara escura
s camars clara projecta o interior
a camara escura capta o exterior
são dois conceitos diferentes de aprisionar
e toda a recriação de realidade que isso implica
pavelove ajuda
na indução dos processos indutivos
por defeito e por exesso
Filipa: e sobre isso que tens andado a reflectir?
Paulo: estou a escrever 3 textos o primeiro com o nome No purão que é a continuação da barca
o trabe que apresentei no ano pasado em arte contemporania
e estou a ilustrar
Filipa: a ilustrar?
Paulo: Titã uma estoria de ficção cientifica queonde analiso os dois conceitos de camara clara e escura numa sociedade no futuro
sim
a ilustrar a continuar a porimeira prancheta que fiz em tecnicas de impreção so queando nos recortes
o amor das tres maçãs
a problematização do mito de adão e eva no femenino e a problematização do etrno femenino
o sexo e a gruta primordial, onde se poem em cusa a frase deuses de pés de barro
ha e tenho o meu diario
mas a historia que mais me da prazer escrever e esbuçar é o a monstros debaixo da cama , historias infantis
e tenho a ariana , onde reflito sobre o labirinto e o mito do minotasuro
....
e tu platão como o vês
platão é muito engrasado é como s. paulo para os catolicos
um hino ao deus desconhecido
a cultura se analizares bem a unica coisa que fez foi refletir sempre sobe a realidade e a sua forma de visualizar como projecto como assimilo
na aula por ex. de histo5ia da escuktura estive para dizer ha profesora que o que ele estava a fazer era uzar as teorias de s., paulo e da camara clara e da camara escura.
o pedestal ao deus desconhecido
é por isso que a catedral de londres é a de s. paulo e na praça o pedestal sem estatua ou ao deus desconhecido e o que isso implica
a propria historia do cristo é uma historia iniciatica
toda a arte é iniciatica e o que nisso implica
nas diferenças dos sujeitos
recriar o sistema iniciatico ai é por em causa a arte e procurar paradicmas
é desmistificar paradigmas é por emn causa o real e as implicações
bem fiz pausa e ja te aboreci
Calling Filipa Cruz at 11:44 PM on Sunday
Call with Filipa Cruz not answered at 11:44 PM on Sunday
Filipa: de modo algum
so fui a casa de banho
lol
eu gosto de ver o que pensas
Paulo: e o que achas da estetica platonica
Filipa: e sempre enriquecedor conhecer o ponto de vista do outro
bem, eu costumo analisar platao segundo as minhas proprias convicções
a noção de que podemos sair da caverna e encontrar a luz atrai-me
Paulo: platão analisa o exterior ao sujeito que aspira ao mais alt
aristoteles é ao contrario
Filipa: sim, totalmene
Paulo: o eu e a aspiração
Filipa: para aristoteles tens que se comecar pela analise do material, do palpavel
Paulo: por exemplo podemos analisar o adestracionismo minimal como a analise da cor que refkleto sobre a aspiraçao e reflete esta e as pretenções aspirativas
e o que é mais palpavel a materia qual a primeira materia que analisas primeiro o meu eu exterior isto é o meu corpo a descoberta do corpo e do mundo
ao descobrir o mundo analiso a materia bruta e trasfurmada que refletem essa aspiração
assim podemos analisar a pintura da opaisaguem como sistema de plasmar o eu atraves da paisaguem
por ex a natoreza morta a materia que representa o sujeito
depois a coisa complica-se devido ha carga simbolica
no fundo artes semioticas de representação
entendes
Filipa: sim
sabes que falar contigo é um caso especial, porque acabo por reflectir sobre muita coisa
Paulo: se calhar estou a dizer as maiores barbaridades
Filipa: coisas que não havia equacionado
ou nao
o que interessa e a reflexao
nao propriamente os resultados
Paulo: o problema disto tudo é que tudo reflecte e fala do mesmo
Filipa: não se diz que o que é importante é o caminho e não o fim?
la está, é o caminho que interessa
que te faz pensar, chorar, sofrer
Paulo: tu analisas as incognitas atraves da arte lanças hipoteses
Filipa: mas que é sempre tido como um caminho
Paulo: fases produzes refletindo hipoteses hipoteticas do teu eu
quem inventou um computador teve o mesmo ponto de partida para quem inventou uma flauta ou um lapis alem de produzir algo tem o seu lado secreto
é a teoria da roca e do fuso
Filipa: o seu lado magico, tambem
Paulo: para a inovação
tudo tem o lado magico
ou achas que uma caixa de musica n reflecte sobre as mesmas teorias de camaras claras e escuras
por ex o que produz so influencia se o sujeito a quem se destina se ibentificar.
e depois ha outra cisa mas essa vais chegar la ou não
todo o meu trab é um processo de refleção
mas quando hapessoas mais sensiveis que tu questionas a forma de comoestas se posicionão
por ex
houve uma altura que tomava uns 30 comprimidos ou mais por dia uzar a representação de medicamentos para querer um determinado objectivo acho alem de preverso
malicioso mesquinho e baicho
ai utiliso o deseijo ao que o fes o mesmo ue deseija prendendo o produtor na produçÕ
produção e so se livra desta desfazendo tudo e não recriando pomtos de coneção
se voltar a cair no mesmo erro ele volta a cair nela
que te parece
isso de andarem a destruir-se uns aus outros e uma seca
é chato e baicho
alem de mesquinho
e questionavel
tudo mas tudo parte do mesmo ponto de partida
ha e que tal as belas artes
ainda continuam com a questão do ele é prigoso
dara descredibilizar o sujeito
Filipa: as belas artes continuam tal como as deixaste
Paulo: ha pessoas que precisão mesmo de muito espaço
cada vez piores
sabes achei muita diferença
do ano passado para este ano
Filipa: a serio?
a que nivel?
Paulo: fala-me das propostas
ainda estão na do varer
Filipa: na do que?
nao percebi a qual te referes
Paulo: varrer
lembraste da expisição que havia na cuzinha
e na sala de exposições
Filipa: sim
Paulo: os medias ecomo vassoura
os modos de produção como vasoura
as telhas do cavalo
lolol
Filipa: lol
ah, ok
ja percebi
Paulo: enfim
ou a vaca azul da exprecividade
lolo
vou ver o filme isto é no que da viver numa quinta
Filipa: lol
mas tb tem coisas boas
Paulo: amanha tenho os animais a rondar a casa
Filipa: nao precisas de te reger pelos desejos politicos e economicos
Paulo: tens tempo quando te deixam
Filipa: mas nao convives com a falsidade dos homens
Paulo: mas pensas
Filipa: com a hipocrisia
com a mentira
e tudo mais puro
Paulo: e fazes os esboços para depois escreveres
Filipa: sim
e como catarse
Paulo: e ando numa de xilogravura eletrica que fasso uma prancha para A2 por dia
Filipa: tens que saber aproveitar bem cada momento, ano e verdade?
Paulo: tenho uma historia sobre o cão do melhor
mas essa so falo dela quando tiver todas as pranchas efeitas o texto ja esta
mas a caneta
Filipa: ah, ok
entao vou esperar
depois vais ter de me mostrar tudo, ok?
estou a ficar curiosa
Paulo: ha te tenho uma historia do general chupa limões que e muito engrassada
Filipa: mas ainda e sigilo?
ou ja podes contar?
Paulo: que é passadanas cavalariças que temum limueiro num canto
e tenho esboço de uma reminiscencia de um conto que li sobre corvos
que estou a escrever ha minha maneira mas ja ultrapasei o que tinha na memoria da historia
onde falo do corvo como animal de saque
vou-me
boa noite
Filipa: ok
Paulo: e bom estudo
Filipa: boa noite
ate outra conversa
Paulo: bem se calhar so te perturbei os estudos
Filipa: de forma alguma
sae sempre bem uma conversa para descomprimir
e reflectir
Paulo: por exemplo
eu quando vi a tua guitara, onde reflete, picasso,
cubismo desconstrutivismo
podias problematizar tambem a corda como elemento
a corda como simbolo do destino
no labirinto que
é a propria guitarra
sempre podemos dar mais um onto do ponto anterior
quando se cai e se levanta quando olhamos para o ponto da queda damonos conta que estamos sempre um pouco ha frente
isto num plano sem inclinações
este é o tema que reflito actualmente
os planos no plano a luz como forma representativa planar
Filipa: mas tens escrito sobre isso?
Paulo: espero que n levasses a mal a minha opinião
tenho
sabes eu ja estava a preparar o projecto do ultimo ano
Filipa: a serio?
impressionante!!
Paulo: a luz como elemento representativo onde problematizava a cor, e claro sempre com multimedia de suporte
e o objectivo esse era atrair
a lus como elemento pictorico
onde o branco
a lampada e aluz branca condensa toda a cor
Filipa: sim
Paulo: uma coisa muito multimedia e cenica
qual a nova proposta de escultura
Filipa: mas ha kanto tempo e k pensas nisso?
Paulo: passei o verão nisto
ja qando andava nas caixas de medicamentos do ferro eu estava a desenvolver isto
bem lavava os contentores e comesei a analizar as sombras
refletidas depois comessei a idializar hipoteses
e ta nmontar a historia para construir o ladoo senico e picrorico
isto pode ser uzado de muitas formas em espassos fechados e abertos
dependendo do objectivo final
Filipa: sim
Paulo: onde a grande intervenção ni espaço é a luz
Filipa: e o engacado e que surgiu td um pouco do acaso
Paulo: sim mas a coisa ja tinha comessado muito antes
ha 2 anos numa ida a lisboa e na exposição de arte oriental na fundação oriente
pois estava male iluminada e as vezes dava com a cabeça nas vitrines
essa exposição influenciou-me muito
as vezes recorro ao que guardei dela na memoria e dos acidentes para criar algo
e depois havia muitas outras coisas
deu para analizar o conseito de afastamento e procimidade bem como de sombre
sabes mas este é o projecto final que ainda mal levantei o veu
Filipa: pois, ainda tem muito para ser explorado
Paulo: eu sou complicado e muio simbolico
estou a falar de folhas das muitas folhas da arvore do projecto
o elemento luz e trevas interessa-me muito
Filipa: e mt medievalesco
Paulo: bem uma mastaba analisa i mesmo conceito e estamos no egito
toda a arte reflete a luz e as trevas
todo o elemento luminico provoca sombre
olha o eclipse
Filipa: exacto
Paulo: olha o eu
olha
o proprio conceito de platão da gruta
dentro e fora a sombra projectada o exterior
Filipa: sim
Paulo: e no esterior os elementos que provocam sombre
e estetica medieval é uma adaptação de platão
o conceito de luz e trevas vem dai
Filipa: isso mesmo!
e isso k eu tb ja pensei
Paulo: actualmente falamos de camara clara e camara escura
dentro de caverna camara escura o esterior projecta o desenho para o interior onde se poem em causa a reaslidade e a sombra comomrepresentação
o esterior a camara clara
a coisa complicase para um terceiro conceito as camaras dentro de camaras
topo bonecas russas
onde camaras claras e escures de integram e se complementão
ai a coisa ficxa mais complicada
o proprio espaço é posto em causa. e surgue o e as dimenções espaciais os espaços dentro do espaço
tu ocupas um espaço
que sustenta varios espaços o corporio e o mental que pos sua ves se dividem mas este habita tambem em espaços
ha halgo de fisica
nisto
podia falar de vasos comunicantes
tambem mas isso iria dificultar tudo
ja podes ver por onde ando
e depois sempre com a priocupação que tenho que esplicar isto atraves de contos infantis
ou aceciveis
Filipa: de facto, da para ver
uma analise elucidativa
Paulo: mas esse é o projecto final
lembraste que eu andava a volta do banco
ainda tinha a instalação eletrica aquilo ia ter um ponto de luz e depois um jogo de sombras
mas ando ha volta disso so que em ves de marmore estou a uzar granito branco da região
ate tinha nome
ao artista que desenha nuvens
e refletia sobre o conceito muculmano dos pilares do universo
que é grego
teogonias
Filipa: sim, as teogonias
sei disso
Paulo: eu gosto muito de mitologias todas elas falam do mesmo independentemente dos credos ou dos não credos
tambem ando num conceito em que os deuses são os outros
tipo um jogo de deuses
isto partiu do valha-me deus e eu quando ouvia isto dizia deus , deus são os outros, deus são aqueles que me rodeiam e me julgam
é o por em causa a formulação de opiniões
a opinião como estruturacão do eu
onde o penso logo existo, e so existo quando penso e posto em causa. mas isso é para daqui a uns tempos ainda tenho muito que escrever com o que tenho
onde ponho em causa a propria arte eu atraves da arte reflito o pensamento eu penso produzo
eu penso e crio
mas ainda esta muito no esboço
e u falame afinal do queda propostasabes eu sobre isso não trnho acesso pelo cigarr
ainda bem que este avatar tem de ser visto pornepisodios
Filipa: ainda estas a ver isso?
Paulo: 11G de filme
fiz pausa
efeitos especiais
devia ser uma equipa
eu gosto de trabalho em equipa mas quando tudo é discutido
não andar a discutir o sexo dos anjos e no final tinha~se pensado fazer outra coisa
o mais interessante é nque ate a pridução de equpa pode ser uzada como elemento produtivo
o jogo da indição para a produção
tipo o filme dentro do filme
o filme que tem como ponto de partida fazer um filme que o fazer isto e o argumento do file
a historia na elaboração da historia
a intervenção no espaço como elemento escultorico do meu eu e da equipa que se questiona como elemento escultorico do proprio espaço
intervindoo no espaço com o pretexto de intervenção
o estar em campo ja é um elemento interventivo
entendes
Filipa: sim
Paulo: boa noite
ja te escrevi 6 pp a4
eu agora salvo tudo tudo é pretexto como texto
Filipa: tudo e reflexao
Paulo: isto ainda da um teatro tipo arte
lolo
Filipa: lol
onde os actores acabam por se ir definindo
Paulo: mais uns dialogos destes e ja esta dois colegas que falam
mais monologo qu dialogo
lolo
Filipa: kase como os dialogos de platao
Paulo: com a descrição de tudo o meu carto
a musica do filme que estou a assistir agora
e a tematica
e o que estou a pensar sobre ele nos apontamentos de papel e esta montado
lol
e a sombra da mãe na parede
no cilencio a atormentar
lolol
o filme depois da pausa e sobres um grupo de amigas que cantan num coro, muita muzica baroca e as suasbvidas influenciadas pela musica que cantam
bem não é bem assim
mas podia ser
eu assim o veijo ha alturas que parece mozarte e as bodas
outras
donizete
ou mesmo
straus
Filipa: "donizete"?
Paulo: ou la como se escreva
ja deste conta que dou erros
vou tentar instalar o processador de texto por voz
tipo dialogos com o comoutador so de imaginar fico entusiasmado
dialogos para o computador
lolol
agora um lid shubert
e ela foje de bicicleta no escuro da noite
do desamor
na foi atras dele
lolo
Filipa: :=
:)
estas inspirado, hoje
e bom ver-te assim
Paulo: " o acedio feroz da vida que me asfixia" é o que diz a muzica
Sent at 1:37 AM on Monday
Filipa: e inspiradora
Paulo: Fica bem boa noite fui

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