quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dialogos de Chat com colega da FBAUP

Filipa Cruz is online.

Paulo: oi ligada

na net

Sent at 11:12 PM on Sunday

Filipa: alo!

entao como e que vais?

Paulo: ola

estou a ver o avatar

e a falar contigo

Filipa: eu estou a falar contigo e a estudar estetica

platao

a questao da beleza

e agora tambem vou ver a modernidade

Paulo: eu analiso novas utupias

sabes quanto nais estudo estetica mais penso que anda sempre a volta do mesmo

Filipa: sinto exactamente o mesmo

Paulo: a diferença entre a tua guitarra e uma representação de bisaonte ou de um objecto de arte movel é a mesma

andamos sempre a arte no interior da gruta e a arte no exterior da gruta

entendes a metafora

a realidade como processo construtivo

dades é a teoria da camara clara e da camara escura

s camars clara projecta o interior

a camara escura capta o exterior

são dois conceitos diferentes de aprisionar

e toda a recriação de realidade que isso implica

pavelove ajuda

na indução dos processos indutivos

por defeito e por exesso

Filipa: e sobre isso que tens andado a reflectir?

Paulo: estou a escrever 3 textos o primeiro com o nome No purão que é a continuação da barca

o trabe que apresentei no ano pasado em arte contemporania

e estou a ilustrar

Filipa: a ilustrar?

Paulo: Titã uma estoria de ficção cientifica queonde analiso os dois conceitos de camara clara e escura numa sociedade no futuro

sim

a ilustrar a continuar a porimeira prancheta que fiz em tecnicas de impreção so queando nos recortes

o amor das tres maçãs

a problematização do mito de adão e eva no femenino e a problematização do etrno femenino

o sexo e a gruta primordial, onde se poem em cusa a frase deuses de pés de barro

ha e tenho o meu diario

mas a historia que mais me da prazer escrever e esbuçar é o a monstros debaixo da cama , historias infantis

e tenho a ariana , onde reflito sobre o labirinto e o mito do minotasuro

....

e tu platão como o vês

platão é muito engrasado é como s. paulo para os catolicos

um hino ao deus desconhecido

a cultura se analizares bem a unica coisa que fez foi refletir sempre sobe a realidade e a sua forma de visualizar como projecto como assimilo

na aula por ex. de histo5ia da escuktura estive para dizer ha profesora que o que ele estava a fazer era uzar as teorias de s., paulo e da camara clara e da camara escura.

o pedestal ao deus desconhecido

é por isso que a catedral de londres é a de s. paulo e na praça o pedestal sem estatua ou ao deus desconhecido e o que isso implica

a propria historia do cristo é uma historia iniciatica

toda a arte é iniciatica e o que nisso implica

nas diferenças dos sujeitos

recriar o sistema iniciatico ai é por em causa a arte e procurar paradicmas

é desmistificar paradigmas é por emn causa o real e as implicações

bem fiz pausa e ja te aboreci

Calling Filipa Cruz at 11:44 PM on Sunday

Call with Filipa Cruz not answered at 11:44 PM on Sunday

Filipa: de modo algum

so fui a casa de banho

lol

eu gosto de ver o que pensas

Paulo: e o que achas da estetica platonica

Filipa: e sempre enriquecedor conhecer o ponto de vista do outro

bem, eu costumo analisar platao segundo as minhas proprias convicções

a noção de que podemos sair da caverna e encontrar a luz atrai-me

Paulo: platão analisa o exterior ao sujeito que aspira ao mais alt

aristoteles é ao contrario

Filipa: sim, totalmene

Paulo: o eu e a aspiração

Filipa: para aristoteles tens que se comecar pela analise do material, do palpavel

Paulo: por exemplo podemos analisar o adestracionismo minimal como a analise da cor que refkleto sobre a aspiraçao e reflete esta e as pretenções aspirativas

e o que é mais palpavel a materia qual a primeira materia que analisas primeiro o meu eu exterior isto é o meu corpo a descoberta do corpo e do mundo

ao descobrir o mundo analiso a materia bruta e trasfurmada que refletem essa aspiração

assim podemos analisar a pintura da opaisaguem como sistema de plasmar o eu atraves da paisaguem

por ex a natoreza morta a materia que representa o sujeito

depois a coisa complica-se devido ha carga simbolica

no fundo artes semioticas de representação

entendes

Filipa: sim

sabes que falar contigo é um caso especial, porque acabo por reflectir sobre muita coisa

Paulo: se calhar estou a dizer as maiores barbaridades

Filipa: coisas que não havia equacionado

ou nao

o que interessa e a reflexao

nao propriamente os resultados

Paulo: o problema disto tudo é que tudo reflecte e fala do mesmo

Filipa: não se diz que o que é importante é o caminho e não o fim?

la está, é o caminho que interessa

que te faz pensar, chorar, sofrer

Paulo: tu analisas as incognitas atraves da arte lanças hipoteses

Filipa: mas que é sempre tido como um caminho

Paulo: fases produzes refletindo hipoteses hipoteticas do teu eu

quem inventou um computador teve o mesmo ponto de partida para quem inventou uma flauta ou um lapis alem de produzir algo tem o seu lado secreto

é a teoria da roca e do fuso

Filipa: o seu lado magico, tambem

Paulo: para a inovação

tudo tem o lado magico

ou achas que uma caixa de musica n reflecte sobre as mesmas teorias de camaras claras e escuras

por ex o que produz so influencia se o sujeito a quem se destina se ibentificar.

e depois ha outra cisa mas essa vais chegar la ou não

todo o meu trab é um processo de refleção

mas quando hapessoas mais sensiveis que tu questionas a forma de comoestas se posicionão

por ex

houve uma altura que tomava uns 30 comprimidos ou mais por dia uzar a representação de medicamentos para querer um determinado objectivo acho alem de preverso

malicioso mesquinho e baicho

ai utiliso o deseijo ao que o fes o mesmo ue deseija prendendo o produtor na produçÕ

produção e so se livra desta desfazendo tudo e não recriando pomtos de coneção

se voltar a cair no mesmo erro ele volta a cair nela

que te parece

isso de andarem a destruir-se uns aus outros e uma seca

é chato e baicho

alem de mesquinho

e questionavel

tudo mas tudo parte do mesmo ponto de partida

ha e que tal as belas artes

ainda continuam com a questão do ele é prigoso

dara descredibilizar o sujeito

Filipa: as belas artes continuam tal como as deixaste

Paulo: ha pessoas que precisão mesmo de muito espaço

cada vez piores

sabes achei muita diferença

do ano passado para este ano

Filipa: a serio?

a que nivel?

Paulo: fala-me das propostas

ainda estão na do varer

Filipa: na do que?

nao percebi a qual te referes

Paulo: varrer

lembraste da expisição que havia na cuzinha

e na sala de exposições

Filipa: sim

Paulo: os medias ecomo vassoura

os modos de produção como vasoura

as telhas do cavalo

lolol

Filipa: lol

ah, ok

ja percebi

Paulo: enfim

ou a vaca azul da exprecividade

lolo

vou ver o filme isto é no que da viver numa quinta

Filipa: lol

mas tb tem coisas boas

Paulo: amanha tenho os animais a rondar a casa

Filipa: nao precisas de te reger pelos desejos politicos e economicos

Paulo: tens tempo quando te deixam

Filipa: mas nao convives com a falsidade dos homens

Paulo: mas pensas

Filipa: com a hipocrisia

com a mentira

e tudo mais puro

Paulo: e fazes os esboços para depois escreveres

Filipa: sim

e como catarse

Paulo: e ando numa de xilogravura eletrica que fasso uma prancha para A2 por dia

Filipa: tens que saber aproveitar bem cada momento, ano e verdade?

Paulo: tenho uma historia sobre o cão do melhor

mas essa so falo dela quando tiver todas as pranchas efeitas o texto ja esta

mas a caneta

Filipa: ah, ok

entao vou esperar

depois vais ter de me mostrar tudo, ok?

estou a ficar curiosa

Paulo: ha te tenho uma historia do general chupa limões que e muito engrassada

Filipa: mas ainda e sigilo?

ou ja podes contar?

Paulo: que é passadanas cavalariças que temum limueiro num canto

e tenho esboço de uma reminiscencia de um conto que li sobre corvos

que estou a escrever ha minha maneira mas ja ultrapasei o que tinha na memoria da historia

onde falo do corvo como animal de saque

vou-me

boa noite

Filipa: ok

Paulo: e bom estudo

Filipa: boa noite

ate outra conversa

Paulo: bem se calhar so te perturbei os estudos

Filipa: de forma alguma

sae sempre bem uma conversa para descomprimir

e reflectir

Paulo: por exemplo

eu quando vi a tua guitara, onde reflete, picasso,

cubismo desconstrutivismo

podias problematizar tambem a corda como elemento

a corda como simbolo do destino

no labirinto que

é a propria guitarra

sempre podemos dar mais um onto do ponto anterior

quando se cai e se levanta quando olhamos para o ponto da queda damonos conta que estamos sempre um pouco ha frente

isto num plano sem inclinações

este é o tema que reflito actualmente

os planos no plano a luz como forma representativa planar

Filipa: mas tens escrito sobre isso?

Paulo: espero que n levasses a mal a minha opinião

tenho

sabes eu ja estava a preparar o projecto do ultimo ano

Filipa: a serio?

impressionante!!

Paulo: a luz como elemento representativo onde problematizava a cor, e claro sempre com multimedia de suporte

e o objectivo esse era atrair

a lus como elemento pictorico

onde o branco

a lampada e aluz branca condensa toda a cor

Filipa: sim

Paulo: uma coisa muito multimedia e cenica

qual a nova proposta de escultura

Filipa: mas ha kanto tempo e k pensas nisso?

Paulo: passei o verão nisto

ja qando andava nas caixas de medicamentos do ferro eu estava a desenvolver isto

bem lavava os contentores e comesei a analizar as sombras

refletidas depois comessei a idializar hipoteses

e ta nmontar a historia para construir o ladoo senico e picrorico

isto pode ser uzado de muitas formas em espassos fechados e abertos

dependendo do objectivo final

Filipa: sim

Paulo: onde a grande intervenção ni espaço é a luz

Filipa: e o engacado e que surgiu td um pouco do acaso

Paulo: sim mas a coisa ja tinha comessado muito antes

ha 2 anos numa ida a lisboa e na exposição de arte oriental na fundação oriente

pois estava male iluminada e as vezes dava com a cabeça nas vitrines

essa exposição influenciou-me muito

as vezes recorro ao que guardei dela na memoria e dos acidentes para criar algo

e depois havia muitas outras coisas

deu para analizar o conseito de afastamento e procimidade bem como de sombre

sabes mas este é o projecto final que ainda mal levantei o veu

Filipa: pois, ainda tem muito para ser explorado

Paulo: eu sou complicado e muio simbolico

estou a falar de folhas das muitas folhas da arvore do projecto

o elemento luz e trevas interessa-me muito

Filipa: e mt medievalesco

Paulo: bem uma mastaba analisa i mesmo conceito e estamos no egito

toda a arte reflete a luz e as trevas

todo o elemento luminico provoca sombre

olha o eclipse

Filipa: exacto

Paulo: olha o eu

olha

o proprio conceito de platão da gruta

dentro e fora a sombra projectada o exterior

Filipa: sim

Paulo: e no esterior os elementos que provocam sombre

e estetica medieval é uma adaptação de platão

o conceito de luz e trevas vem dai

Filipa: isso mesmo!

e isso k eu tb ja pensei

Paulo: actualmente falamos de camara clara e camara escura

dentro de caverna camara escura o esterior projecta o desenho para o interior onde se poem em causa a reaslidade e a sombra comomrepresentação

o esterior a camara clara

a coisa complicase para um terceiro conceito as camaras dentro de camaras

topo bonecas russas

onde camaras claras e escures de integram e se complementão

ai a coisa ficxa mais complicada

o proprio espaço é posto em causa. e surgue o e as dimenções espaciais os espaços dentro do espaço

tu ocupas um espaço

que sustenta varios espaços o corporio e o mental que pos sua ves se dividem mas este habita tambem em espaços

ha halgo de fisica

nisto

podia falar de vasos comunicantes

tambem mas isso iria dificultar tudo

ja podes ver por onde ando

e depois sempre com a priocupação que tenho que esplicar isto atraves de contos infantis

ou aceciveis

Filipa: de facto, da para ver

uma analise elucidativa

Paulo: mas esse é o projecto final

lembraste que eu andava a volta do banco

ainda tinha a instalação eletrica aquilo ia ter um ponto de luz e depois um jogo de sombras

mas ando ha volta disso so que em ves de marmore estou a uzar granito branco da região

ate tinha nome

ao artista que desenha nuvens

e refletia sobre o conceito muculmano dos pilares do universo

que é grego

teogonias

Filipa: sim, as teogonias

sei disso

Paulo: eu gosto muito de mitologias todas elas falam do mesmo independentemente dos credos ou dos não credos

tambem ando num conceito em que os deuses são os outros

tipo um jogo de deuses

isto partiu do valha-me deus e eu quando ouvia isto dizia deus , deus são os outros, deus são aqueles que me rodeiam e me julgam

é o por em causa a formulação de opiniões

a opinião como estruturacão do eu

onde o penso logo existo, e so existo quando penso e posto em causa. mas isso é para daqui a uns tempos ainda tenho muito que escrever com o que tenho

onde ponho em causa a propria arte eu atraves da arte reflito o pensamento eu penso produzo

eu penso e crio

mas ainda esta muito no esboço

e u falame afinal do queda propostasabes eu sobre isso não trnho acesso pelo cigarr

ainda bem que este avatar tem de ser visto pornepisodios

Filipa: ainda estas a ver isso?

Paulo: 11G de filme

fiz pausa

efeitos especiais

devia ser uma equipa

eu gosto de trabalho em equipa mas quando tudo é discutido

não andar a discutir o sexo dos anjos e no final tinha~se pensado fazer outra coisa

o mais interessante é nque ate a pridução de equpa pode ser uzada como elemento produtivo

o jogo da indição para a produção

tipo o filme dentro do filme

o filme que tem como ponto de partida fazer um filme que o fazer isto e o argumento do file

a historia na elaboração da historia

a intervenção no espaço como elemento escultorico do meu eu e da equipa que se questiona como elemento escultorico do proprio espaço

intervindoo no espaço com o pretexto de intervenção

o estar em campo ja é um elemento interventivo

entendes

Filipa: sim

Paulo: boa noite

ja te escrevi 6 pp a4

eu agora salvo tudo tudo é pretexto como texto

Filipa: tudo e reflexao

Paulo: isto ainda da um teatro tipo arte

lolo

Filipa: lol

onde os actores acabam por se ir definindo

Paulo: mais uns dialogos destes e ja esta dois colegas que falam

mais monologo qu dialogo

lolo

Filipa: kase como os dialogos de platao

Paulo: com a descrição de tudo o meu carto

a musica do filme que estou a assistir agora

e a tematica

e o que estou a pensar sobre ele nos apontamentos de papel e esta montado

lol

e a sombra da mãe na parede

no cilencio a atormentar

lolol

o filme depois da pausa e sobres um grupo de amigas que cantan num coro, muita muzica baroca e as suasbvidas influenciadas pela musica que cantam

bem não é bem assim

mas podia ser

eu assim o veijo ha alturas que parece mozarte e as bodas

outras

donizete

ou mesmo

straus

Filipa: "donizete"?

Paulo: ou la como se escreva

ja deste conta que dou erros

vou tentar instalar o processador de texto por voz

tipo dialogos com o comoutador so de imaginar fico entusiasmado

dialogos para o computador

lolol

agora um lid shubert

e ela foje de bicicleta no escuro da noite

do desamor

na foi atras dele

lolo

Filipa: :=

:)

estas inspirado, hoje

e bom ver-te assim

Paulo: " o acedio feroz da vida que me asfixia" é o que diz a muzica

Sent at 1:37 AM on Monday

Filipa: e inspiradora

Paulo: Fica bem boa noite fui

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