sexta-feira, 5 de março de 2010


Medias


Actualmente acho que devemo-nos questionar sober  a informação ou antes as coberturas informativas, tento manter ao corrente, dos acontecimentos, não quero entrar na discussão sobre influencias ou  questionar se os partidos políticos tentam influenciar ou não o que nos publico lemos e ouvimos.
É sabido que desde que há comunicação influenciar esta para proveito pessoal ou de colectivo é normal, e o próprio acto civilizacional é feito de informação e contra informação.
Finalidades sempre as mesmas criar no publico alvo uma forma de ver a realidade dentro daquela perspectiva, podemos mesmo dizer que por vezes somos mais desinformados que informados. Andando o populos as regras dos esquemas de influencias e objectivos muito concretos. Neste momento vemos um pais que as divisões partidárias estão ela por ela se olharmos só para uma generalidade de direita e de esquerda sem entrarmos em particularismos, e vemos todo um jogo para saber para que lado ira pender mais o fiel da balança pois isto de governar e ter-se que negociar praticamente em todas as propostas tornasse um pouco complicado nas divisões dos pelouros chamemos-lhe assim que proporciona a politica.
Mas o que me leva a  escrever é a desinformação sobre determinados acontecimentos, e a informação de um jornalismo que parece ter estudado na fabrica Andy Woral preocupando-se em tornar o popolus  gradualmente todo já famoso nos programas do dar-lhe fama aos famoso através dos seus dez minutos de fama onde a fama essa parece ser alcançada não pelo positivo mas sim pelo negativo, a miséria a doença, a precariedade.
É bem sabido que somos um pais da Europa dita do primeiro mundo mas vivemos um puco distente desse mundo que nos entra também pela janela da televisão ou aos berros pelo rádio.
Se formos analisar o publico alvo de determinadas notícias vive porta a porta com as noticias que são destaque do dia o vizinho ou eles próprios podiam estar também eles ali na tv a dizer somos precários, somos nos também assim senhores da miséria de mãos vazias.
Mas o que me levou a escrever foi uma noticia que ao dar-me conta que já tinha ocorrido, fiquei a julgar o sistema informativo de outra forma.
Segundo parece houve jogos olímpicos de inverno, e só soube do enceramento dos jogos, não percebo grande coisa desportos de inverno e as vezes que experimentei seky foi mais seku ou fujam ou saiam da frente, parecendo mais boling humano que seky, eu parecia mais uma bola a derrubar garrafas numa pista, mas gosto de patinagem no gelo, patinagem artísticas e ate controlo alguma coisa como curioso, mas nem isso passou ou houve referência televisiva, espanto meu quando depois de esgotadas as variante do dança comigo, houve o dança no gelo, bem sei que somos brandos nos costumes, e um pais sem tradição em patinagem artística. Mas sempre passou sempre houve espectadores e de certeza que o dança no gelo criou curiosos para esta modalidade, bem diferente do concurso televisivo.
Mas passou ao lado, como passou ao lado muitos acontecimentos internacionais, basta reparar que os telejornais na sua informação praticamente reduzida ao nacional onde teatro politico e casos mediáticos estão de mão dadas, sendo a cereja no bolo o futebol. Se a democracia tenta olhar para a sociedade e dar-se conta que é ela toda matizada e cheia de diferenças e por mais que queiramos criar padrões é tarefa impossível, e é esse matiz que cria todo o mundo, uma cultura em sentido lato pois cultura é tudo, o homem é um ser cultural, criador de cultura, e a cultura vai desde a hipótese mais simples da matemática ao quadro mais abstracto da pintura, e dou dois exemplos de abstracção. A cultura, tem por base um desejo abstracto que o sonho da existência tenta realizar isso é criar civilizações.
Cultura é linguagem em acção, é por em pratica conhecimento de forma individual ou colectiva, cultura é tudo, ate a forma de estar e um processo cultural.
Mas voltando ao assunto acho que é boa altura de saber que tipo de manipulação informativa esta a haver hoje na sociedade já que as noticias que surgem parecem mais uma propaganda a uma maquina invisível que tenta esconder a realidade tentando criar uma realidade colectiva desconexa do real.
Nunca Platão esteve tão em moda a meu ver A alegoria da caverna nunca sai de moda e sempre foi a tendência.
Mas o agravante é perguntarmo-nos  o que entra pela caixa magica em nossas casas, caixa essa que esta sempre a estruturar mentalidades na sua passiva posição de bibelô  sempre presenteou por outros órgãos informativos parece mais uma campanha de desinformação para aliar o espectador da realidade.
Pronto já não chegou uns olímpicos em diferido numa sociedade em diferido, agora temos a nem menção de que tal aconteceu, antes soube-se o já aconteceu.
Reparem que o que estas situações iram provocar é a fuga e a reinterpretação da noticia,  pois temos a desacreditação do sistema jornalístico.
Bem desabafos do eu no blogue,

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