terça-feira, 16 de março de 2010


Sobre jogos



Como tantas pessoas que têm computador e estão ligadas a internet, acabam por criar um nick num chats , e entram por curiosidade num jogo em rede. Existem muitos tipos de jogos, e por curiosidade lá se começa a jogar, eu como gosto de estratéjia la me meti num de estratégia e como tinhas de esperar muito pois no inicio p desenvolvimento quase sempre de uma civilização ou de um momento histórico nos jogos acaba por ser sempre igual, ate mesmo os de ficção cientifica onde a expansão cósmica.
Mas desenvolvendo as plataformas base todos eles acabam por cair no mesmo erro, ou entram numa monotonia pois já não é uma estratégia mas sim o desenvolver de militares onde simplesmente a finalidade é a luta com o parceiro e ocupar o planeta e como isto dos fusos horários quando uns dormem e os outros estão acordados acabam sempre pelos acordados invadirem os dormidos e assim sucessivamente. Mas acabas por conhecer pessoal que cria alianças, acabas por saber que fazem turnos de vigília, outros que investiram dinheiro que lhes da um tipo de moeda para poderem comprar determinados utensílios para ficarem mais poderosos.
Mas acaba-se por desenvolver não o raciocínio de estratégia onde se esboça um mecanismo caindo sempre nos vícios de quem tem mais tropas ganha, a não ser que também acontece o teu rival é um esperte informático e consegue altera determinadas funções que mesmo que sejas superior perde, impedindo-te a produção, ou vais com um exercito , e o outro ataca com um soldado e perdes, acabas por relatares a situação ao apoio técnico, e la se seguem as vias de expulsão do jogador.
Mas estas situações são especiais.
Mas o meu problema é que depois de desenvolver a cidade e saber as potencialidades bem como as forças bélicas, acabo por entrar em convites diplomáticos para se formarem alianças.
O problema é que acabasse por chegar sempre ao mesmo impasse, invasões e sempre invasões. A lei da imposição do mais forte perante o mais fraco,
E o mesmo aborrecimento, pelo menos da minha parte.
Mas acho que estes jogos estão a ser mal explorados não se perguntando porque se aborecem jogadores, não questionando que novos públicos alvo, poderei captar a atenção deles.
Quem gosta de literatura, depressa se dá com ta que existe uma expressão que é engaje sutuações que levam a outras situações onde se desenvolvem novas perspectivas, existindo uma coluna vertebral e as ramificações. Nestes jogou especialmente os que jogo nos jogos de estratéjia, existe a coluna e as ramificações nada, esquecendo-se que ao chegar-se a determinado patamar podes optar por seguir uma nova aventura que te ocuparia um determinado tempo, e ultrapassando esta aventura volta-se há coluna ou podes estar a desenvolver estas duas aventuras ao mesmo tempo.
O interessante é  que estes jogos não desenvolvem sentidos democráticos, pelo contrario o imperialismo e a ditadura é grande ideologia pois so através destes dois sistemas se pode vencer. As alianças essas são sempre enganadoras pois quando o superior da aliança decide sair ou abandonar acabas por ser logo conquistado, existem jogadores que fazem alianças so para depois saírem delas e como pertencendo a aliança tem acessos a dados e quando se sentem preparados saem e invadem logo o súbdito, chegando a conclusão que só ditadores podem estar lá.
Mas não esta estratégia que me levou a escrever e a falta de patamares nos jogos , o chegar a determinado nível poderes passar tara outra aventura parecida ou igual, mas o facto de ser diferente de certeza que iria ser quebra tédios dos sempre mesmo ritmo no jogo.
Mas isto acontece em todos
Ao de ficção cientifica podiam ser bem mais explorados pois ao colonizares um planeta podia-se ter uma aventura no planeta e outra no jogo central em si mesmo, chegando a um patamar, em vez de  dar acesso a uma nova arma que exterminas os ouros mais depressa podia levar o jogador a um nova derivação do jogo naquela plataforma que terias que ultrapassar etapas ou novas aventuras.
O espírito da aventura acabasse por se perder caindo na monotonia. Ou no ciclo do há que fazer exércitos. O belicismo como base, e imposição. Estratégia acabam por ser poucas, venturas a monotonia para se fazer exércitos, e pouco mais, e o que se verifica é o abandono, o alvo que é ter jogadores acaba-se po perder, ficando um imperador a jogar solitário com os novos que acabam de entrar no e pouco tempo depois acabam por deixar de existir.
Criando ciclos do sempre o mesmo. E conhecendo um passam a ser todos muito parecidos e iguais.
Falta a aventura, falta as derivações nas aventuras, que mantenham os jogadores ligados e não se chegue a conhecer o tédio.

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