Sobre jogos
Como tantas pessoas que têm computador e estão ligadas a internet,
acabam por criar um nick num chats , e entram por curiosidade num jogo em rede.
Existem muitos tipos de jogos, e por curiosidade lá se começa a jogar, eu como
gosto de estratéjia la me meti num de estratégia e como tinhas de esperar muito
pois no inicio p desenvolvimento quase sempre de uma civilização ou de um
momento histórico nos jogos acaba por ser sempre igual, ate mesmo os de ficção
cientifica onde a expansão cósmica.
Mas desenvolvendo as plataformas base todos eles acabam por
cair no mesmo erro, ou entram numa monotonia pois já não é uma estratégia mas
sim o desenvolver de militares onde simplesmente a finalidade é a luta com o
parceiro e ocupar o planeta e como isto dos fusos horários quando uns dormem e
os outros estão acordados acabam sempre pelos acordados invadirem os dormidos e
assim sucessivamente. Mas acabas por conhecer pessoal que cria alianças, acabas
por saber que fazem turnos de vigília, outros que investiram dinheiro que lhes
da um tipo de moeda para poderem comprar determinados utensílios para ficarem
mais poderosos.
Mas acaba-se por desenvolver não o raciocínio de estratégia
onde se esboça um mecanismo caindo sempre nos vícios de quem tem mais tropas
ganha, a não ser que também acontece o teu rival é um esperte informático e
consegue altera determinadas funções que mesmo que sejas superior perde,
impedindo-te a produção, ou vais com um exercito , e o outro ataca com um soldado
e perdes, acabas por relatares a situação ao apoio técnico, e la se seguem as
vias de expulsão do jogador.
Mas estas situações são especiais.
Mas o meu problema é que depois de desenvolver a cidade e
saber as potencialidades bem como as forças bélicas, acabo por entrar em
convites diplomáticos para se formarem alianças.
O problema é que acabasse por chegar sempre ao mesmo
impasse, invasões e sempre invasões. A lei da imposição do mais forte perante o
mais fraco,
E o mesmo aborrecimento, pelo menos da minha parte.
Mas acho que estes jogos estão a ser mal explorados não se
perguntando porque se aborecem jogadores, não questionando que novos públicos alvo,
poderei captar a atenção deles.
Quem gosta de literatura, depressa se dá com ta que existe
uma expressão que é engaje sutuações que levam a outras situações onde se
desenvolvem novas perspectivas, existindo uma coluna vertebral e as
ramificações. Nestes jogou especialmente os que jogo nos jogos de estratéjia,
existe a coluna e as ramificações nada, esquecendo-se que ao chegar-se a
determinado patamar podes optar por seguir uma nova aventura que te ocuparia um
determinado tempo, e ultrapassando esta aventura volta-se há coluna ou podes
estar a desenvolver estas duas aventuras ao mesmo tempo.
O interessante é que
estes jogos não desenvolvem sentidos democráticos, pelo contrario o
imperialismo e a ditadura é grande ideologia pois so através destes dois
sistemas se pode vencer. As alianças essas são sempre enganadoras pois quando o
superior da aliança decide sair ou abandonar acabas por ser logo conquistado,
existem jogadores que fazem alianças so para depois saírem delas e como
pertencendo a aliança tem acessos a dados e quando se sentem preparados saem e invadem
logo o súbdito, chegando a conclusão que só ditadores podem estar lá.
Mas não esta estratégia que me levou a escrever e a falta de
patamares nos jogos , o chegar a determinado nível poderes passar tara outra
aventura parecida ou igual, mas o facto de ser diferente de certeza que iria
ser quebra tédios dos sempre mesmo ritmo no jogo.
Mas isto acontece em todos
Ao de ficção cientifica podiam ser bem mais explorados pois
ao colonizares um planeta podia-se ter uma aventura no planeta e outra no jogo central
em si mesmo, chegando a um patamar, em vez de dar acesso a uma nova arma que exterminas os
ouros mais depressa podia levar o jogador a um nova derivação do jogo naquela
plataforma que terias que ultrapassar etapas ou novas aventuras.
O espírito da aventura acabasse por se perder caindo na monotonia.
Ou no ciclo do há que fazer exércitos. O belicismo como base, e imposição. Estratégia
acabam por ser poucas, venturas a monotonia para se fazer exércitos, e pouco
mais, e o que se verifica é o abandono, o alvo que é ter jogadores acaba-se po
perder, ficando um imperador a jogar solitário com os novos que acabam de
entrar no e pouco tempo depois acabam por deixar de existir.
Criando ciclos do sempre o mesmo. E conhecendo um passam a
ser todos muito parecidos e iguais.
Falta a aventura, falta as derivações nas aventuras, que
mantenham os jogadores ligados e não se chegue a conhecer o tédio.

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