segunda-feira, 24 de maio de 2010

Portugal Criativo, intervenção urbana


Hoje ao ler os jornais, como habitualmente, e para ser sincero começo sempre pela cultura, e só depois passo para as outras áreas, deparei-me com um artigo sobre Portugal criativo, que decorre no mercado Ferreira Borges, tema interessante e para ser sincero  pena não poder assistir, pois discutir criatividade é um tema que me interessa em particular, segundo o artigo discute-se intervenção urbana a nível artístico, mas não só.
Numa época onde as noticia parecem ser crise, desemprego e deficit económico, onde se discutem saídas acho que nunca o pais precisou tanto de criativos como actualmente, ora para tornar as cidades centros de curiosidade e de visita, promovendo o turismo, ora repensando-se o designe e o sector industrial que precisa de um empurrão, ou pelo menos que tornem o feito em Portugal mais apetecível e com um cunho bem português tarefa difícil pois a competição pois certos países que fazem do design imagem de marca e da industria do seu pais. Segundo o artigo vai-se intervir no espaço urbano da cidade criando diálogos entre espaço e linguagem artística, reflectindo-se sobre arte e arte pública e dinamização da cidade. Ainda bem que ainda vou assistir as intervenções pois vou ter de estar na cidade neste período, e dou-me conta que o Porto se inscreve já nos roteiros e circuitos artísticos contemporâneos.



O mais curioso e que depois de ler este artigo leio que em Paris le  Champs- Elysées foram transformados numa horta a céu aberto e proclama-se capital da natureza e quem vê as fotografias da mudança pensa que ate vai ser engrassado andar a circular por ali , e toda a cidade decidiu vestir-se de verde, Lyon foi a capital da intervenção urbana da luz e do som, o Louvre e outros museus abriram de noite para noctívagos deambularem pelo museu não a dormir mas a deambular e sentirem o seu pulsar numa hora a que esta vedado a visitas. 


E depois penso, para quê estar em paris se portugal e o porto esta tão perto e esta cidade parece que sempre proclamou que o bom esta longe, ou despacha os interessante mesmo antes de lhe s dar oportunidades, bem parece que a cidade do porto também ela esta diferente, e em vez de ser porto para partidas torna-se em ponto de encontro, e discursam de cultura, arte e cosmopolitismo agregando o mundo na cidade e não dividindo, e vemos que afinal se discute dinamizar uma cultura e um pais tendo a criatividade como símbolo identitário de um pais e de uma cultura com uma geografia imensa, pois se a língua tem uma geografia, o trabalho da linguagem inscreve-se em outras fronteiras. e vemos assim no porto aparecer a preocupação de tornar o futuro deste pais promissor.

 

 



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