É um forma de descrever as minhas evoluções no jogo e contar uma historia, acho que desta forma não me aborreço tanto e torna-se a coisa mais divertida.
Praticamente com isto revivi a infância, aqueles tempos em que duas pedras e um pau eram as espadas magicas e os cavaleiros que te acompanhava. ou eram os personagem de uma imaginação de brincadeiras solitárias.
mas também é um bem aja há minha mãe que numa época em que os livros infantis eram parcos na casa, lia os Lusíadas para adormecermos, e ali na cama ficava a pensar naqueles mundos e a dar-lhes forma no reino da imaginação, nessa altura elas na ilha dos amores vestiam ainda fato de banho, despindo-as mais tarde no nono ano com um outro imaginário.
Princesinha do Cosmos
Introdução
Esta historia é inspirada neste jogo nas aventuras que tenho
tido nele, bem como na literatura mais diversa,
“Toda a realidade começa por uma ficção que o verbo da
existência as vezes torna realidade”
Paulo Santos,
“Historias dos comedores de Histórias”
As Origens
Da poeira de Titã no cosmos deixada
Solitária a seus olhos mas bem vigiada
Andróide nome de planeta, Princesa guardava
Passaram-se os tempos do mecanismo do tempo
Do jogo das horas em fusos diferentes e todos a jogar
Andrómeda vagarosa seguia no seu canto
Promovendo sua cultura, penteando seus cabelos
Na arte de esperar, acumulando a poeira
Reciclando os cristais, dos destroços, das guerras
Reciclando e de novo a se formar, renascendo das poeiras
Promovendo as industrias para nova industria
A por a gravitar, grávida de vida, na vida sacrificial
Do po das estrelas cristais do eterno reciclar voltar
As gravitações, posicionamento do estar desapercebidos
Para regressar, dando a perceber, que do pó das estrelas
voltara
Nos ciclos do criar sempre recriar, paixão verbo
Pronuncia do fado do eterno encanto canto
Que se levanta murmúrio lemto, tornando-se aos poucos
Grito de espanto, encantos que se anunciam, dos
renascimentos
Ainda mal acabados de murmurar, pronúncias duma civilização
Sempre renascida do pó das estrelas cristal reciclado da
salvação.
Lento inicio fala a lenda, que perdido planeta em quadrante
velado
Sobras de guerras, De antigas lendas das origens do cosmos
Recordadas mas mal guardadas, na geral memória,
Só por poucos guardados e acalentadas, nas esperas do jogo
Se murmurava que iria regressar, surdinas das ladainhas
antigas
Guardadas em formas de cantigas, ritmos que ajudam
A memoria na balbucia do som, guardar lembranças
Linguagem das entoações abstractas, que despertam a
esperança.
Fogo renascido da musica das lembranças, Big bange da
memoria
Dos siclos dos cantos epopeias da paixão do espanto
Esperanto do todo saber en esfera geometral todas as formas
da geometria
Navegação de esquadro, compasso, régua, fio e laço
Primeiro risco traço, inicio do circular abraço,
historia que vou agora começar a contar.
Depois da grande guerra, Titânica origem das formações
Vestígios do pó, que das invisíveis mãos fez surgirem todas
as criações.
E criadas expressões inicio do significado das discursares,
Geradora de discórdias, primeira guerra, que do pó deixou e
nele o segredo encerra
Escondida em planeta esquecido jovem princesa, vivia,
guardada por quem promovia as artes das minas, para dali gerar energia, assim
pesarosos no sacrifício.
(continua no Blogue)

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