sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


Jogos


Ogame


Tenho internet pessoal há pouco tempo, e ter internet permite fazer muitas coisas, tenho blogue (s) e outras coisas que não vamos mencionas mas nas explorações consequências da curiosidade decidi entrar num jogo o jogo em questão é Ogame. Já pertencia a outro Tribos mas as linhas que se seguem dizem respeito ao Ogame.
Trata-se de um jogo de estratégia em que temos que colonizar o cosmos, para quem é admirador de ficção cientifica e gostar de por em pratica o ser um personagem de um qualquer serie de ficção cientifica tem um bom pretexto para provar o gosto de por em pratica o que se entende por avatar e brincar.
Eu como iniciante la comecei com as minhas trapalhices iniciais mas depois já menos trapalhão entrei na orgânica do jogo e o meu planetita vai indo em expansão.
Mas passado uns dias comecei a pensar que podia servir-me do jogo como pretexto criativo para desenvolvimento de textos que enviaria aos personagens que conheço.
Ali não sou eu, sou um Avatar.
E como é um jogo de expansão
Lembrei-me de tantos poemas tantos heróis das expansões desde os clássicos gregos a poesia árabe, o livro sagrado indiano e as suas historias cósmicas, abreviando todas as civilizações tiveram epopeias, cantos épicos que ilustravam um feito.
Para nos Portugueses Camões inspirado nos clássicos, tão ao gosto de uma época, soneto sonante de um momento alto da Lusitânia paixão.
Mas a contemporaneidade trouxe novas encenações, os media recriaram as epopeias adaptaram epopeias,
No cinema vês uso dos textos adaptando-os e assim com imaginação apareceram sagas como Guerra das Estrelas, Star Trek, e outras tantas umas com mais outras com menos adeptos.
Gosto de ficção cientifica tanto como género literário ou em forma de filme ou serie.
Neste momento ando lentamente eu próprio nos caminhos da ficção começado há algum tempo mas muito lentamente.
Mas devido a situações pessoais e a uma brincadeira onde pegando num texto para me dar alento enviado por uma amiga.
e enquanto esperava o resultado de uma frota em expedição no jogo, onde perdi alguns pilotos, decidi, escrever os feitos do jogo.
Ou a partir de sertãs situações do jogo criar texto ou inventar texto
Servindo-me do jogo como pretexto para criação criativa de texto, onde a experimentação e criação andam de mãos dadas.
Assim comecei a enviar textos ou cantos dos feitos desta experiencia, ou invenção pura e simples, tendo também os clássicos como exemplo o Ulisses, como exemplo Camões bem como tantas outras referencias, que se servem da epopeia como forma criativa.
Não pretendo ser com isso um grande escritor, pretendo desenvolver uma narrativa, que servindo-se de um jogo por em pratica a criatividade e metaforicamente falar tendo o jogo como pretexto base de desabafo pessoal ou não. Pois estamos no reino da ficção, como disse o Pessoa todo o poeta é um fingidor, mas nesta duplicidade entre o eu e o avatar criado na mascara do fingidor, escondido vai sempre algo do eu. Por muito que digamos que não.
E assim la comecei eu.
Guardo os rascunhos de algo que comessou hoje
E de certeza que colocarei aqui ou noutro blogue especifico.
E assim a brincar se vai cantando
Brincando e reflectindo com lágrima no horizonte
Ecrã a limitar canto memória de metáforas criado
Metáfora na metáfora expiação de canto fado
Encanto dos cantos
.
Assim no texto como pretexto
Cavaleiro de galáxias imaginando
Criando historias
Nas brincadeiras, plasmando historias antigas
Novas também
Olhando Ariana estelar
Componho poema de sonhos e realidades formado

Pois isto de esperas, evoluções para acto civilizacional formar
Tentando com metáforas falar
Canto as façanhas
Do nada e do tudo
Metáfora da exploração contando pela criação da recriação
O que o aborrecimento despontou
Contando feitos nas galáxias, façanhas como outras e por tantos cantadas
Estas por mim esboçadas neste pretexto
De texto

Espero que os colegas de jogo se divirtam tanto como eu.

O texto final que sairá no blogue esse é ligeiramente diferente

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