quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lusitânia e o passado, Resumo dos dois textos anteriores


Lusitânia e o passado

Resumo dos dois textos anteriores


Ao analisar a Lusitânia tendo os painéis de S. Vicente como base para falar da sociedade portuguesa e de forma muito resumida, ate este momento podemos chegar há seguinte conclusão.
Se até ao terramoto de Lisboa temos em vigor neste pais os painéis do lado do infante com as implicações que essa representação implica, (religião, expansão, Espanha ao trono de acordo com o numero três tábuas de painel três reis um nome, imposição no modos vivendo devido ao credo, onde o modo de vida português pode ser metaforicamente entendido como há maneira do mosteiro da Arrábida hoje fundação oriente que a seu devido momento escreverei sobre esta transformação do dito mosteiro passado para as mãos da fundação oriente e o adeus de Macau que implica o fim do império português e o fim dos painéis da implicação dos painéis na história do pais, mas se Portugal fez o mosteiro da Arrábida Espanha nesse período fez o mosteiro que fez transformando-se depois em símbolo de uma ditadura, podemos dizer que o fim da influência dos painéis de S. Vicente em Espanha implicam o fim da ditadura franquista, pois os painéis representam a noção de ibéria pois a jogada portuguesa é essa jangada de pedra que parece dividida mas esta unida. Queda de Espanha, a valsa ibérica).
Com o terramoto vemos a mudança de painéis, passamos do painel do infante para o outro painel, esse painel tem como consequência uma ligação com Inglaterra que sempre existiu mas vemos a Inglaterra transformar-se em império e com isso vemos o lado imperialista europeu com a consequência de Portugal e Espanha conservar os seus impérios na sua maioria mas não podem expandir-se, e temos como exemplo mais grotesco o que foi feito em África e a divisão desta pela Europa, e a negação da execução do mapa rosa que implicaria o regresso ao lado dos painéis do infante jogada que musicalmente ficou conhecida no Minho pelo vira  que do vira que vira nunca voltou durante esse período a virar, mas o outro lado tem momentos cruciais o terramoto como foi dito implica a mudança do lado dos painéis, por sua vês essa mudança tem momentos bem marcantes, se no painel do infante vemos Espanha a subir ao trono com os Filipes e o seu mundo mediterrâneo pois o império estende-se também no domínio de territórios europeus, que passaram a ser controlados por estes se Portugal no trono tornava esses países independentes com Espanha no trono esses países ficam a ser governados ou antes sobre o domínio da Espanha beata,  ou senhores do globo.
Mas falemos dos outros painéis há o terramoto, mudam os personagens mantêm-se a composição mas vai dar tudo praticamente no mesmo, em termos compósitos, isto é temos invasões francesas, temos uma concorrência entre França e Inglaterra, se Espanha fica francesa Portugal cantava o fado da resistência do não sejas francesa, olhando de novo para Espanha e cantando são caracóis são caracolitos, e abreviando a leitura dos painéis temos em oposição ao catolicismo as ideias liberais, o liberalismo, a loja passa a ter um peso na sociedade,  as simbologias passam a tem movas formas.
Se o painel do infante tem o barroco como representação máxima onde nos aparece a torre dos clérigos como maior expoente simbólico isto é a torre Eiffel feita pelo outro lado dos painéis, vemos que temos uma mudança de centralidade o Porto passa a ser central pois o mundo inscrevesse no corpos da cidade, quem gosta de urbanismo a planta da cidade é das plantas mais fascinantes que se possam estudar temos o corpos da cidade sempre em escanção, rebatendo-se, invertendo-se dará manter sempre a sua estrutura de corpo inicial, e uma cidade que a monumentalidade dos edifícios, que acompanham a tendência do corpos da planificação urbana, mas neste caso, rodado e com um cuidado tal pois mantendo sempre a forma do corpos inicial ao longo do seu desenvolvimento vemos que vamos andando de órgão para órgão ate chegarmos ao corpo actual que será mais um elemento do corpo da cidade sempre em expansão, mas o Porto é a cidade que serve de exemplo há outra metade dos painéis se chamada de santa Maria, ou a cidade da senhora da loja, se dita do bispo o bispo implica a peça anti peça do jogo de xadrez, se pretendente ao painel do infante o bispo no outro painel representa o poder da loja disfarçada de batina. Peça que so existe dentro do teatro e da teatralidade que a cidade do porto representa, o porto enquanto domínio ou sobe influência do painel do infante é cascata S. Joanina, pós terramoto vira o mercado da bolça olhando a sé, e tendo Cedofeita e a batalha como exemplos de formas de estar na vida, se as invasões francesas implicam outra forma de estar, as avenidas ou antes a praça da liberdade e o lado direito de quem sobe a rua dos Clérigos, e é notório na edificação o estilo francês que tem como exemplo máximo as ruas da galerias de Paris , isto é desenvolve-se o comercio há francesa apoiada em padrões, e se analisarmos a actualidade virou a zona de diversão da cidade há grande e há francesa mas usando o que é nacional para ter dividendos, isto é o liquido dos copos é português mas o lucro é rara a zona francesa, a ala esquerda continua a ser a portuguesa, a da arquitectura discreta e do fausto interior, sociedade que não gosta de dar nas vista que aparenta ser uma coisa e é outra tendo como exemplo máximo dos seus feitos a torre dos clérigos, obra magnifica desse barroco português e queda do pais.
Mas as invasões francesas deixaram na cidade outras coisas, se Paris, no seu melhor faz a torre Eiffel, que tem como consequência implicativa a torre dos clérigos e a passagem de testemunho, a torre dos clérigos passa o testemunho ao Brasil sempre apoiado pela França, como jogada magnifica, em troca de territórios domínios na América do sul,  e dá-se o testemunho para os estados unidos, e isso implica a elaboração de dias obra no velho e no novo mundo, pelo lado francês a estatua da liberdade e a loja ou a estrutura da loja francesa a dominar a politica e a estratégia, e Portugal faz o Cristo rei, bem como o Brasil.
Se repararmos bem nesta historia dos painéis, a queda da estatua da liberdade não se deu com as torres gemias, mas sim com o acidente da Leidy Diana que tem a replica da estatua da liberdade no túnel onde se da o acidente, e no acidente temos uma europeia e um árabe, a tentativa de um casamento a tentar apaziguar a panela de pressão do médio oriente, que ninguém via de bom grado a não ser o Zé Povinho. E como os senhores que gostam de ser vitimas só gostam de fazer as coisas há sua maneira pois são eles os senhores do destino temos as politicas americanas cada vez mais belicistas (a América sempre teve de ter um inimigo, e quando este deixa de existir, tem de ser inventado, e lá vem a guerra das estrelas ou os marcianos, ficando sempre os árabes como tábua de salvação barra o seu lado belicista) a América tem um período que deixa de ter inimigo por excelência e como no caso de todas as sociopatías acaba por ser ela o inimigo de si mesma torna-se extremista radical, manipuladora a nível de influências que tem como momento os atentados das torres gemias que simbolizavam a economia americana, de tão minada que esta a economia americana, que domina a especulação a seu favor, de tal forma que quando algo corre mal ela própria vê os seus castelos cair como castelos de cartas em que o sopro de ar são as suas politicas e os seus posicionamentos, menos mal que tem os árabes para criarem sempre esquemas para transforma-los nos maus das fitas na arte da representação da vã gloria. E assim a América que volta e meia se vai flagelando devido a sua forma de ser sociedade adolescente com atitude de adolescente que quando lhe corre mal a coisa vai cortar os braços para o quarto de banho como forma de vitimização não olhando para as consequências que isso implica e lá entramos no mundo da especulação e conspirações há americana a americana mas “ai, ai… sou tão vitima diz ela no seu sorriso hipócrita”, saímos das realidades para entrar nas realidades especulativas económicas, mas a realidade realidade nunca a vemos vivemos na grande metáfora da realidade que com a entrada do termo manipulação cada vez mais atem quem manipula vai tendo de tal forma a noção do todo que mais parece gosta de cataclismos. Esquecendo-se que a especulação esta a ser o grande inimigo da América e dos aliados.
Mas voltemos ao Portugal França no porto faz duas pontes a ponte sobre o douro e a norte a ponte de Viana.
E o que isso implica, a ponte do porto implica com o regresso do Brasil, a praça da Republica, e a construção da avenida da boa vista continuação da rua, encimada na praça pela embaixada ou antes a casa de França de um lado que foi bastião cultural de uma cidade quando esta olhava para a capital sentindo-se paisagem.
Mas chegamos há rotunda da Boavista e ai temos essa mão que volta a ser da cidade com a ajuda de Inglaterra, criando a avenida da boa vista até ao castelo do queijo, onde a proliferação arquitectónica e tal e de vários gostos que vemos o que os galegos chamam casa do brasileiro isto o pastiche.
Salvo excepções arquitectónicas individuais integradas no grande pastiche urbano que é a avenida símbolo da multicultaridade que tem como exemplo máximo o anel de noivado que é a casa da musica, integrada assim no corpos da cidade claro que o anel e a forma volumétrica do anel vais buscar linhas ao seu contorno que faz parte integrante da volumetria da mão mas esta mão sofre de um problema, isto é a cidade e a sua expansão, e se pensamos que casa fora de casa dependendo como se veija casa dentro de casa.
É que a arquitectura como arte de volumetrias as vezes o que aparenta ser de uma forma esta rebatido. Bem mudemos.
Temos assim o porto como exemplo da cidade do painel do outro painel com a ponte do Eiffel no Porto que consequência isso tem para o pais?
O púlpito da cidade do porto passa a ser as varandas da cidade ou as suas marchas liberais pela cidade exemplos da senhora republica, que ao passar a ponte a meio do percurso para chegar a Lisboa Rafael Bordalo Pinheiro, faz a revolta da quinta nas artes, pegando na democracia do artesanato e da arte popular, como discurso de um povo, que passa a ser o Zé, servindo-se de todo um imaginário popular bem como das histórias e desse povo que servem-se de uma linguagem de simbologia profana para reinventar a cerâmica e o artesanato português tendo o povo como elemento que se tem de ter em conta que não aparece nos painéis. Cria a peça acessível, na sua aquisição é a revolta da quinta tendo a cerâmica como linguagem.
A meu ver como forma de dar os painéis a leitura dentro de uma forma expositiva seria encher a sala onde os painéis são dados a ver para quem os visita e vai ver, com o chão cheio das peças do Rafael Bordalo Pinheiro com caminhos ou percursos para que o visitante possa deambular e ter varias perspectivas e leituras sobre a obra e temos assim o povo, na grande obra do enigma de um retábulo que condicionou o mundo. E pela primeira vez seria representado em frente do painel e com o painel o 25 de Abril.
Que já foi, que aparece de forma de tal forma discreto no painel que parece que la não está.
E seria uma nova forma de dar a ver Portugal na sua nova forma de esta.
O 25 de Abril implica de novo a vinda da família real para Portugal. Que estando no mundo português Salazarista so regressa com o fim da Ditadura.
O problema e que este regresso, implica a construção do futuro por alguém que teve uma educação para ser o mártir e é um inútil quando é a chave da mudança de paradigma.
Mudança que ainda se forçada a mudança a velha nova senhora rejuvenescida com botox, no jogo do vira o disco e toca o mesmo, e voltamos ao vira minhoto e a ponte de Viana.
Jogadas de rainhas Margot. Como lhe chamo que de loja liberal, liberal, quando lhe convêm conservadora com data de garantia que supera a data de qualquer lata de conservas, e neste momento a velha senhora anda com muita lata, querendo um vira latas ao lado parra assim se justificar.
Com isto não estou a por em causa o Eterno feminino, mas acho que a sombra deste eterno feminino onde a valquíria e um exemplo, acho que de tanto dar o grito de guerra esta valquíria esta a destoar  das outras valquírias não é Margot e valquíria mor? (lolol)
Amanha contínuo, pois acho que fiz um contraponto em desabafo. (lololol)

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