Lusitânia e o passado
Resumo dos dois textos anteriores
Ao analisar a Lusitânia tendo os painéis de S. Vicente como
base para falar da sociedade portuguesa e de forma muito resumida, ate este
momento podemos chegar há seguinte conclusão.
Se até ao terramoto de Lisboa temos em vigor neste pais os painéis
do lado do infante com as implicações que essa representação implica,
(religião, expansão, Espanha ao trono de acordo com o numero três tábuas de
painel três reis um nome, imposição no modos vivendo devido ao credo, onde o
modo de vida português pode ser metaforicamente entendido como há maneira do
mosteiro da Arrábida hoje fundação oriente que a seu devido momento escreverei
sobre esta transformação do dito mosteiro passado para as mãos da fundação
oriente e o adeus de Macau que implica o fim do império português e o fim dos painéis
da implicação dos painéis na história do pais, mas se Portugal fez o mosteiro
da Arrábida Espanha nesse período fez o mosteiro que fez transformando-se
depois em símbolo de uma ditadura, podemos dizer que o fim da influência dos painéis
de S. Vicente em Espanha implicam o fim da ditadura franquista, pois os painéis
representam a noção de ibéria pois a jogada portuguesa é essa jangada de pedra
que parece dividida mas esta unida. Queda de Espanha, a valsa ibérica).
Com o terramoto vemos a mudança de painéis, passamos do
painel do infante para o outro painel, esse painel tem como consequência uma
ligação com Inglaterra que sempre existiu mas vemos a Inglaterra transformar-se
em império e com isso vemos o lado imperialista europeu com a consequência de Portugal
e Espanha conservar os seus impérios na sua maioria mas não podem expandir-se,
e temos como exemplo mais grotesco o que foi feito em África e a divisão desta
pela Europa, e a negação da execução do mapa rosa que implicaria o regresso ao
lado dos painéis do infante jogada que musicalmente ficou conhecida no Minho pelo
vira que do vira que vira nunca voltou
durante esse período a virar, mas o outro lado tem momentos cruciais o
terramoto como foi dito implica a mudança do lado dos painéis, por sua vês essa
mudança tem momentos bem marcantes, se no painel do infante vemos Espanha a
subir ao trono com os Filipes e o seu mundo mediterrâneo pois o império estende-se
também no domínio de territórios europeus, que passaram a ser controlados por
estes se Portugal no trono tornava esses países independentes com Espanha no
trono esses países ficam a ser governados ou antes sobre o domínio da Espanha beata,
ou senhores do globo.
Mas falemos dos outros painéis há o terramoto, mudam os
personagens mantêm-se a composição mas vai dar tudo praticamente no mesmo, em
termos compósitos, isto é temos invasões francesas, temos uma concorrência
entre França e Inglaterra, se Espanha fica francesa Portugal cantava o fado da
resistência do não sejas francesa, olhando de novo para Espanha e cantando são caracóis
são caracolitos, e abreviando a leitura dos painéis temos em oposição ao
catolicismo as ideias liberais, o liberalismo, a loja passa a ter um peso na
sociedade, as simbologias passam a tem
movas formas.
Se o painel do infante tem o barroco como representação máxima
onde nos aparece a torre dos clérigos como maior expoente simbólico isto é a
torre Eiffel feita pelo outro lado dos painéis, vemos que temos uma mudança de centralidade
o Porto passa a ser central pois o mundo inscrevesse no corpos da cidade, quem
gosta de urbanismo a planta da cidade é das plantas mais fascinantes que se
possam estudar temos o corpos da cidade sempre em escanção, rebatendo-se,
invertendo-se dará manter sempre a sua estrutura de corpo inicial, e uma cidade
que a monumentalidade dos edifícios, que acompanham a tendência do corpos da
planificação urbana, mas neste caso, rodado e com um cuidado tal pois mantendo
sempre a forma do corpos inicial ao longo do seu desenvolvimento vemos que
vamos andando de órgão para órgão ate chegarmos ao corpo actual que será mais
um elemento do corpo da cidade sempre em expansão, mas o Porto é a cidade que
serve de exemplo há outra metade dos painéis se chamada de santa Maria, ou a
cidade da senhora da loja, se dita do bispo o bispo implica a peça anti peça do
jogo de xadrez, se pretendente ao painel do infante o bispo no outro painel
representa o poder da loja disfarçada de batina. Peça que so existe dentro do teatro
e da teatralidade que a cidade do porto representa, o porto enquanto domínio ou
sobe influência do painel do infante é cascata S. Joanina, pós terramoto vira o
mercado da bolça olhando a sé, e tendo Cedofeita e a batalha como exemplos de
formas de estar na vida, se as invasões francesas implicam outra forma de
estar, as avenidas ou antes a praça da liberdade e o lado direito de quem sobe
a rua dos Clérigos, e é notório na edificação o estilo francês que tem como
exemplo máximo as ruas da galerias de Paris , isto é desenvolve-se o comercio há
francesa apoiada em padrões, e se analisarmos a actualidade virou a zona de diversão
da cidade há grande e há francesa mas usando o que é nacional para ter
dividendos, isto é o liquido dos copos é português mas o lucro é rara a zona francesa,
a ala esquerda continua a ser a portuguesa, a da arquitectura discreta e do
fausto interior, sociedade que não gosta de dar nas vista que aparenta ser uma
coisa e é outra tendo como exemplo máximo dos seus feitos a torre dos clérigos,
obra magnifica desse barroco português e queda do pais.
Mas as invasões francesas deixaram na cidade outras coisas,
se Paris, no seu melhor faz a torre Eiffel, que tem como consequência implicativa
a torre dos clérigos e a passagem de testemunho, a torre dos clérigos passa o
testemunho ao Brasil sempre apoiado pela França, como jogada magnifica, em
troca de territórios domínios na América do sul, e dá-se o testemunho para os estados unidos, e
isso implica a elaboração de dias obra no velho e no novo mundo, pelo lado francês
a estatua da liberdade e a loja ou a estrutura da loja francesa a dominar a
politica e a estratégia, e Portugal faz o Cristo rei, bem como o Brasil.
Se repararmos bem nesta historia dos painéis, a queda da
estatua da liberdade não se deu com as torres gemias, mas sim com o acidente da
Leidy Diana que tem a replica da estatua da liberdade no túnel onde se da o
acidente, e no acidente temos uma europeia e um árabe, a tentativa de um casamento
a tentar apaziguar a panela de pressão do médio oriente, que ninguém via de bom
grado a não ser o Zé Povinho. E como os senhores que gostam de ser vitimas só
gostam de fazer as coisas há sua maneira pois são eles os senhores do destino
temos as politicas americanas cada vez mais belicistas (a América sempre teve
de ter um inimigo, e quando este deixa de existir, tem de ser inventado, e lá
vem a guerra das estrelas ou os marcianos, ficando sempre os árabes como tábua de
salvação barra o seu lado belicista) a América tem um período que deixa de ter
inimigo por excelência e como no caso de todas as sociopatías acaba por ser ela
o inimigo de si mesma torna-se extremista radical, manipuladora a nível de
influências que tem como momento os atentados das torres gemias que
simbolizavam a economia americana, de tão minada que esta a economia americana,
que domina a especulação a seu favor, de tal forma que quando algo corre mal
ela própria vê os seus castelos cair como castelos de cartas em que o sopro de
ar são as suas politicas e os seus posicionamentos, menos mal que tem os árabes
para criarem sempre esquemas para transforma-los nos maus das fitas na arte da
representação da vã gloria. E assim a América que volta e meia se vai
flagelando devido a sua forma de ser sociedade adolescente com atitude de
adolescente que quando lhe corre mal a coisa vai cortar os braços para o quarto
de banho como forma de vitimização não olhando para as consequências que isso
implica e lá entramos no mundo da especulação e conspirações há americana a
americana mas “ai, ai… sou tão vitima diz ela no seu sorriso hipócrita”, saímos
das realidades para entrar nas realidades especulativas económicas, mas a
realidade realidade nunca a vemos vivemos na grande metáfora da realidade que
com a entrada do termo manipulação cada vez mais atem quem manipula vai tendo
de tal forma a noção do todo que mais parece gosta de cataclismos. Esquecendo-se
que a especulação esta a ser o grande inimigo da América e dos aliados.
Mas voltemos ao Portugal França no porto faz duas pontes a
ponte sobre o douro e a norte a ponte de Viana.
E o que isso implica, a ponte do porto implica com o regresso
do Brasil, a praça da Republica, e a construção da avenida da boa vista
continuação da rua, encimada na praça pela embaixada ou antes a casa de França de
um lado que foi bastião cultural de uma cidade quando esta olhava para a
capital sentindo-se paisagem.
Mas chegamos há rotunda da Boavista e ai temos essa mão que
volta a ser da cidade com a ajuda de Inglaterra, criando a avenida da boa vista
até ao castelo do queijo, onde a proliferação arquitectónica e tal e de vários gostos
que vemos o que os galegos chamam casa do brasileiro isto o pastiche.
Salvo excepções arquitectónicas individuais integradas no
grande pastiche urbano que é a avenida símbolo da multicultaridade que tem como
exemplo máximo o anel de noivado que é a casa da musica, integrada assim no
corpos da cidade claro que o anel e a forma volumétrica do anel vais buscar linhas
ao seu contorno que faz parte integrante da volumetria da mão mas esta mão sofre
de um problema, isto é a cidade e a sua expansão, e se pensamos que casa fora
de casa dependendo como se veija casa dentro de casa.
É que a arquitectura como arte de volumetrias as vezes o que
aparenta ser de uma forma esta rebatido. Bem mudemos.
Temos assim o porto como exemplo da cidade do painel do
outro painel com a ponte do Eiffel no Porto que consequência isso tem para o
pais?
O púlpito da cidade do porto passa a ser as varandas da
cidade ou as suas marchas liberais pela cidade exemplos da senhora republica,
que ao passar a ponte a meio do percurso para chegar a Lisboa Rafael Bordalo Pinheiro,
faz a revolta da quinta nas artes, pegando na democracia do artesanato e da
arte popular, como discurso de um povo, que passa a ser o Zé, servindo-se de
todo um imaginário popular bem como das histórias e desse povo que servem-se de
uma linguagem de simbologia profana para reinventar a cerâmica e o artesanato português
tendo o povo como elemento que se tem de ter em conta que não aparece nos painéis.
Cria a peça acessível, na sua aquisição é a revolta da quinta tendo a cerâmica como
linguagem.
A meu ver como forma de dar os painéis a leitura dentro de
uma forma expositiva seria encher a sala onde os painéis são dados a ver para
quem os visita e vai ver, com o chão cheio das peças do Rafael Bordalo Pinheiro
com caminhos ou percursos para que o visitante possa deambular e ter varias perspectivas
e leituras sobre a obra e temos assim o povo, na grande obra do enigma de um retábulo
que condicionou o mundo. E pela primeira vez seria representado em frente do
painel e com o painel o 25 de Abril.
Que já foi, que aparece de forma de tal forma discreto no
painel que parece que la não está.
E seria uma nova forma de dar a ver Portugal na sua nova
forma de esta.
O 25 de Abril implica de novo a vinda da família real para Portugal.
Que estando no mundo português Salazarista so regressa com o fim da Ditadura.
O problema e que este regresso, implica a construção do
futuro por alguém que teve uma educação para ser o mártir e é um inútil quando
é a chave da mudança de paradigma.
Mudança que ainda se forçada a mudança a velha nova senhora rejuvenescida
com botox, no jogo do vira o disco e toca o mesmo, e voltamos ao vira minhoto e
a ponte de Viana.
Jogadas de rainhas Margot. Como lhe chamo que de loja
liberal, liberal, quando lhe convêm conservadora com data de garantia que
supera a data de qualquer lata de conservas, e neste momento a velha senhora
anda com muita lata, querendo um vira latas ao lado parra assim se justificar.
Com isto não estou a por em causa o Eterno feminino, mas
acho que a sombra deste eterno feminino onde a valquíria e um exemplo, acho que
de tanto dar o grito de guerra esta valquíria esta a destoar das outras valquírias não é Margot e valquíria
mor? (lolol)
Amanha contínuo, pois acho que fiz um contraponto em desabafo.
(lololol)

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