O interessante é que os painéis de S. Vicente em relação a
pontes, que tem como exemplo a ida para o Brasil não podemos esquecer que nos
anos 50 essa ponte é feira rebatida e vai para o outro extremo África, ficando
sempre a dúvida e ai o elemento da obra aberta, para que lado é feita a ponte.
Nos noventa tentou-se a ponte que implica as reticências dos estrategas que
ainda provoca a dúvida se foi ou não com Timor. Que ficou conhecida pela ponte
palafita ou a fita teatral que vem por água abaixo naquilo que ficou entendido
pela exposição das jóias portuguesas na Holanda, e o não comprimento desta pelo
que aconteceu na exposição.
A ponte feita há americana tem as mesmas implicações de
rebatimentos e rotações.
O rebatimento português para África foi podemos dizer a
conspiração americana, pós grande guerra onde se discutia um território para os
da diáspora a América numa troca de ideias diplomáticas tal obriga que um grupo
de portugueses faça essa diáspora e tem de colonizar África e as colónias de Portugal
em África, questionando mas afinal quem é o grande Ditador?
E vemos assim o ditador Salazar a enviar colonos para África
nos anos 50 como consequência da imposição Americana, pois é a América que
obriga a Portugal a ter a existência que tem.
Sentindo-se o grande ditador do pós guerra que obriga o pais
que fica neutral e garante caso a coisa corresse mal a entrar em diáspora e a
viver segundo a pobreza bíblica do antigo testamento servindo-se do livro de Rute
como exemplo.
E como ficou conhecido este período no pais “a sardinha para
três” e enviar as sardinhas em diáspora para África, e vemos assim o
florescimento africano até há década de 60, 70, e aqui aplica-se quase a toda a
África, vemos o florescer da costa africana atlântica bem como a do indico
tendo Moçambique como percuto migratório da sardinha.
Esqueci-me de copiar esta parte do testo que termina o texto
anterior para poder amanha elaborar um novo texto já desvinculado do texto
associado aos painéis vicentinos, desculpem o lado metafórico mas as metáforas ainda
são a melhor forma de comunicação.
Mas não excluo voltar aos painéis para falar, pois cada
personagem é um personagem com a sua variação, como disso sendo da direita ou
sendo da esquerda vai tudo dar ao mesmo é tudo igual. Não Traumatizados dentro
de mecanismos, que raramente são paranóicos.

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