quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lusitânia e o passado ( esquecime de colocar este parte do texto pertencente ao texto anterior)


O interessante é que os painéis de S. Vicente em relação a pontes, que tem como exemplo a ida para o Brasil não podemos esquecer que nos anos 50 essa ponte é feira rebatida e vai para o outro extremo África, ficando sempre a dúvida e ai o elemento da obra aberta, para que lado é feita a ponte. Nos noventa tentou-se a ponte que implica as reticências dos estrategas que ainda provoca a dúvida se foi ou não com Timor. Que ficou conhecida pela ponte palafita ou a fita teatral que vem por água abaixo naquilo que ficou entendido pela exposição das jóias portuguesas na Holanda, e o não comprimento desta pelo que aconteceu na exposição.
A ponte feita há americana tem as mesmas implicações de rebatimentos e rotações.
O rebatimento português para África foi podemos dizer a conspiração americana, pós grande guerra onde se discutia um território para os da diáspora a América numa troca de ideias diplomáticas tal obriga que um grupo de portugueses faça essa diáspora e tem de colonizar África e as colónias de Portugal em África, questionando mas afinal quem é o grande Ditador?
E vemos assim o ditador Salazar a enviar colonos para África nos anos 50 como consequência da imposição Americana, pois é a América que obriga a Portugal a ter a existência que tem.
Sentindo-se o grande ditador do pós guerra que obriga o pais que fica neutral e garante caso a coisa corresse mal a entrar em diáspora e a viver segundo a pobreza bíblica do antigo testamento servindo-se do livro de Rute como exemplo.
E como ficou conhecido este período no pais “a sardinha para três” e enviar as sardinhas em diáspora para África, e vemos assim o florescimento africano até há década de 60, 70, e aqui aplica-se quase a toda a África, vemos o florescer da costa africana atlântica bem como a do indico tendo Moçambique como percuto migratório da sardinha.
Esqueci-me de copiar esta parte do testo que termina o texto anterior para poder amanha elaborar um novo texto já desvinculado do texto associado aos painéis vicentinos, desculpem o lado metafórico mas as metáforas ainda são a melhor forma de comunicação.
Mas não excluo voltar aos painéis para falar, pois cada personagem é um personagem com a sua variação, como disso sendo da direita ou sendo da esquerda vai tudo dar ao mesmo é tudo igual. Não Traumatizados dentro de mecanismos, que raramente são paranóicos. 

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